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QNEsc #21

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De Olho nos Rtulos: Compreendendo a Unidade Caloria

Attico Chassot, Luciana Dornelles Venquiaruto e Rogrio Marcos Dallago

Qumica e Sociedade

caloria, rtulos, alimentos industrializados

O texto busca facilitar a leitura e a compreenso de rtulos em relao unidade caloria, instigando o consumidor a uma anlise crtica do que oferecido para o consumo. Assim, procura-se estudar e investigar a questo calrica dos alimentos, uma vez que os rtulos de inmeros produtos alimentcios so confusos quanto unidade caloria, apresentando, s vezes, dados contraditrios. Neste artigo, apresenta-se o que caloria, incluindo consideraes referentes a termos que, freqentemente, so empregados erroneamente por grande parte da indstria alimentcia.

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A Nanotecnologia das Molculas

Henrique E. Toma

Atualidades em Qumica

Nanotecnologia, nanocincias, Qumica Supramolecular

A tecnologia atual, que avana na escala nanomtrica, est rompendo as barreiras do mundo clssico para ingressar no domnio quntico dos tomos e molculas. Essa onda, que se anuncia como a maior revoluo tecnolgica de todos os tempos, poder transcender a prpria Qumica ao ir ao encontro dos sistemas organizados e nanomquinas moleculares que sustentam a vida. Inspiradas nesses sistemas, novas estratgias em nanotecnologia j esto aflorando atravs da Qumica Supramolecular, permitindo vislumbrar uma enorme gama de aplicaes, desde medicamentos e materiais inteligentes, at avanados dispositivos sensoriais, eletrnicos e de converso de energia.

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Diet ou Light: Qual a Diferena?

Rejane Maria Ghisolfi da Silva e Sandra Terezinha de Farias Furtado

Qumica e Sociedade

diet, light, produtos alimentares

notrio o crescente consumo de produtos diet e light pelas pessoas de nossa sociedade. Tal consumo tem sido realizado, na maioria das vezes, sem observao e leitura dos rtulos dos produtos. Os rtulos das embalagens encerram informaes relativas composio qumica e aos aspectos nutricionais, bem como citam substncias criadas e recriadas pelos homens que necessitam ser traduzidas, decodificadas para que os consumidores possam fazer uso desses alimentos de forma adequada.

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Uma Sugesto de Atividade Experimental: A Velha Vela em Questo

Maria do Carmo Galiazzi, Fbio Perez Gonalves, Bianca H. Seyffert, Elisa Lotici Hennig e Juliana Carriconde Hernandes

Relatos de Sala de Aula

atividades experimentais, abordagem sociocultural, educar pela pesquisa, dilogo argumentativo

Neste artigo, prope-se a realizao de uma atividade experimental na perspectiva sociocultural, em que os experimentos so considerados ferramentas ou artefatos culturais para a apropriao do discurso qumico pelos estudantes. A aula proposta desenvolvida usando-se alguns artefatos culturais (o questionrio, a tabela, os experimentos, o dilogo, a escrita, os textos tericos) com o objetivo de problematizar os conhecimentos dos estudantes sobre o fenmeno da combusto.

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Jri Qumico: Uma Atividade Ldica para Discutir Conceitos Qumicos

Alessandro silva de Oliveira e Mrlon Herbert Flora Barbosa Soares

Relatos de Sala de Aula

atividades ldicas, conceitos qumicos, jri simulado, simulao

Este artigo apresenta uma atividade ldica para ser desenvolvida em sala de aula e consiste na elaborao de um jri simulado. A sala dividida em trs grupos distintos. O primeiro grupo defende uma engarrafadora de gua, o segundo grupo, uma fbrica de baterias e o terceiro se porta como jri. Os alunos personificam as funes de advogados de defesa e acusao e de testemunhas diversas. O professor personifica o juiz da atividade e decide quem, afinal, contaminou a cidade fictcia de Nuclepolis. O trabalho tambm discute a funo do ldico como ferramenta de desenvolvimento cognitivo.

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Uma Abordagem Alternativa para o Aprendizado dos Conceitos de tomo, Molcula, Elemento Qumico, Substncia Simples e Substncia Composta, nos Ensinos Fundamental e Mdio

Jos Roberto Caetano da Rocha e Andrea Cavicchioli

Relatos de Sala de Aula

ensino de Qumica, procedimento pedaggico, motivao do aprendizado no Ensino Mdio

Este trabalho apresenta uma alternativa de procedimento pedaggico para trabalhar os conceitos: tomo, molcula, elemento qumico, substncia simples e substncia composta. Esse procedimento foi realizado para turmas da primeira srie do Ensino Mdio de uma escola pblica paulistana. Tambm so comentados os resultados das avaliaes realizadas para quantificar o grau de conhecimento que os alunos conseguiram reter aps a utilizao do referido procedimento pedaggico.

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Rotao de Luz Polarizada por Molculas Quirais: Uma Abordagem Histrica com Proposta de Trabalho em Sala de Aula

Olga Bagatin, Fernanda Ibanez Simplcio, Silvana Maria de Oliveira Santin e Ourides Santin Filho

Histria da Qumica

atividade ptica, luz polarizada, Louis Pasteur

A rotao da luz polarizada uma propriedade fsica importante apresentada por molculas quirais. Ela serve, por exemplo, para diferenciar pares de enantimeros entre si, o que no possvel a partir de medidas clssicas de laboratrio tais como ponto de fuso e ebulio, densidade, ndice de refrao, solubilidade e outros. Este artigo faz uma abordagem acerca do trabalho de Louis Pasteur sobre a rotao de luz polarizada por cristais e prope um experimento simples que permite visualizar de modo qualitativo a rotao da luz polarizada por uma soluo de substncia quiral, comparando-se o resultado com aquele obtido em gua e em soluo de substncia aquiral.

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Idias Estruturadoras do Pensamento Qumico: Uma Contribuio ao Debate

Maria Emlia C. C. Lima e Luciana C. Barboza

Pesquisa no Ensino de Qumica

idias estruturadoras, currculo, ensino de qumica

A necessidade de se definir algumas idias estrturadoras de uma disciplina tem sido freqentemente apresentada a ns formadores e plenamente justificada e compreendida. Mas o que se pretende com essas demandas? O que querem de ns formadores quando nos abordam sobre tais idias e a partir de quais critrios podemos eleg-las? Supondo que saibamos apontar algumas delas, h ainda uma outra questo igualmente importante: como organizar essas idias num currculo de Qumica? Essas so algumas questes discutidas neste artigo.

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Chuva cida: Um Experimento para Introduzir Conceitos de Equilbrio Qumico e Acidez no Ensino Mdio

Daltamir J. Maia, Wilson A. Gazotti, Maria C. Canela e Aline E. Siqueira

Experimentao no Ensino de Qumica

equilbrio qumico, chuva cida, experimento de baixo custo

O experimento apresentado neste artigo consiste na obteno do equilbrio 2 NO2 --> N2O4 e na reao de um dos gases com gua para a produo de chuva cida. Atravs desta aula prtica simples o aluno pode aprender conceitos qualitativos sobre equilbrio qumico e sobre acidez e basicidade. O aluno pode conhecer tambm como se forma um dos componentes da chuva cida e como ela atua na deteriorao de monumentos de mrmore.

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Fatores Ambientais que Afetam a Precipitao mida

Erika Pereira Felix e Arnaldo Alves Cardoso

Experimentao no Ensino de Qumica

chuva, ncleo de condensao, cloreto de amnio

A gua tem um papel de extrema importncia para a natureza, pois a existncia de qualquer forma de vida est relacionada com este recurso fundamental. Grande quantidade de gua circula entre a atmosfera e a crosta terrestre, sendo que sua forma mais estvel encontrada nos oceanos, lagos, rios e outros reservatrios. Parte dessa gua, ao ser evaporada, alcana a atmosfera e condensada para a formao das chuvas. A condensao do vapor acontece sobre partculas slidas em suspenso no ar, pois as mesmas apresentam grande capacidade de aglutinar gotas d'gua. O objetivo deste artigo mostrar como as partculas podem ser geradas na atmosfera e o seu papel na formao da chuva. Mostraremos tambm a influncia da temperatura, presso e superfcie de evaporao sobre a formao de chuvas.

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Editorial

Editores e Conselho Editorial

Editorial

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Escndio

Eduardo Motta Alves Peixoto

Elemento Qumico

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A Atmosfera Terrestre

Maria Eunice R. Marcondes - IQ/USP

Resenha

A Atmosfera Terrestre. Mario Tolentino, Romeu C. Rocha-Filho e Roberto Ribeiro da Silva. So Paulo: Editora Moderna, 2004. 160 p. ISBN 85-16-04140-9.

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