Voltar à Coleção Completa | Ir ao Volume Atual

Prelo

Artigos que aguardam publicação

  

Primo Levi e a divulgação da Ciência em materiais multimídia de uma exposição museográfica

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160263

Carlos S. Leonardo Júnior
Luciana Massi
Luciane J. Palmieri
Rafaela V. Silva

Educação em Química e Multimídia

A divulgação científica é um gênero com características próprias que visa ampliar a compreensão da Ciência pela população. A Química é pouco frequente em museus de ciências, excepcionalmente apresentada de forma lúdica e descontextualizada, sendo o uso da multimídia uma alternativa para aumentar a sua interatividade. Assim, construímos uma exposição museográfica sobre a vida e a obra de Primo Levi, químico, escritor, divulgador da Ciência e sobrevivente de Auschwitz, que apresenta uma concepção de Ciência interdisciplinar e contextualizada. Apresentamos e discutimos as seções Tabela Periódica Interativa, Químico e Escritor, que possuem aparelhos MP3 e um monitor com audiovisual, e o website da exposição. Utilizamos a linguagem hipertextual da multimídia para transpor a múltipla linguagem de Levi, de forma a aproximar o visitante do conteúdo científico por meio das sensações, da surpresa e da combinação de recursos audiovisuais. 

Primo Levi, divulgação científica, materiais multimídia

02-EQM-29-12.pdf PDF: Educação em Química e Multimídia

 

Implantação e desenvolvimento do curso noturno de Licenciatura em Química da Universidade Federal do Ceará: trajetória, sentidos e (des)confifigurações da formação docente

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160271

Wanderson D. A. Silva
Claudia Christina B. S. Carneiro

Espaço Aberto

Neste estudo são apresentados acontecimentos históricos sobre a criação e implantação do curso noturno de Licenciatura em Química da Universidade Federal do Ceará, considerando os direcionamentos dados à formação de professores de Química para a educação básica. A partir da adoção da pesquisa documental e da história oral, foi possível verificar que o curso foi criado mais com a intenção de proteger a modalidade bacharelado do que melhorar a formação de professores de Química no Estado. Espelhada no currículo do bacharelado, a licenciatura noturna, apesar de avanços mínimos, pouco conseguiu se estruturar com uma identidade profissional própria para fomentar, com mais qualidade, a formação de professores de Química. Trata-se de uma situação, em grande parte, gerada a partir dos seus próprios formadores que têm, hegemonicamente, formação bacharel direcionada à pesquisa química dissociada de preocupações quanto ao ensino. 

formação de professores, identidade docente, licenciatura em Química

02-EQM-29-12.pdf PDF: Espaço Aberto

 

A invasão do agrotóxico na agricultura: abordagem para o estudo das funções orgânicas em perspectiva freireana da educação numa escola pública

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160252

Anne Caroline C. Santos
Amélia B. Souza
Thales S. Silva
Maria Clara P. Cruz

Relatos de Sala de Aula

Nesta pesquisa foi estudado o contexto do tema social agrotóxico, e o conteúdo de funções orgânicas, utilizando o referencial freireano adaptado à educação formal. O procedimento metodológico foi constituído nos três momentos pedagógicos de Delizoicov ajustado às ideias de Paulo Freire. A problematização ocorreu através de uma pesquisa de sondagem com os agricultores da região em que a escola está inserida, gerando debate com os educandos em torno de um vídeo sobre o temático Agrotóxico. Na organização de conhecimento, foi ministrada uma aula sobre haletos orgânicos e funções nitrogenadas, desenvolvendo a contextualização. Já na aplicação de conhecimento, identificaram-se os principais grupos funcionais presentes nos agrotóxicos que são utilizados naquela região. Foram desenvolvidas produções textuais como dado analítico. Para o diagnóstico dos dados, a análise textual discursiva foi utilizada, o que permitiu verificar que a perspectiva freireana transformou a realidade concreta em que os estudantes vivem pela emancipação social, cultural e política. Nesse sentido, reconhecê-los como sujeitos de uma outra pedagogia e dialogar através de suas identidades e histórias fez toda a diferença. Então, o conhecimento escolar se articulou com a realidade e a educação se estabeleceu como elemento de transformação através da alfabetização científica sobre a química dos agrotóxicos.

agrotóxicos, contextualização, funções orgânicas

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

Iônico ou covalente? Dama Química como forma lúdica e interativa para o Ensino de Química na Educação Básica

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160262

Lindaura Laís S. Santos
Deise M. Lima
Maria José D. Sales
Eltamara S. da Conceição

Relatos de Sala de Aula

Este artigo descreveu e analisou a aplicação de uma atividade lúdica em sala de aula, o jogo didático-pedagógico Dama Química, desenvolvida por estudantes de graduação em Ciências Biológicas da Universidade do Estado da Bahia e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). A utilização do jogo facilitou o aprendizado dos educandos, tendo sido considerado uma excelente alternativa auxiliar/complementar no ensino de Química. Desse modo, caracterizou-se como uma proposta viável por ter baixo custo e fácil confecção, para dinamizar a aula de Ciências/Química. Além disso, essa experiência ajudou os futuros professores a enxergar suas potencialidades sobre o desenvolvimento de suas capacidades pessoais e profissionais, os encorajando a novos desafios em adaptações de novos jogos.

formação de professores, aprendizagem, Química

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

  

GeomeQuímica: um jogo baseado na Teoria Computacional da Mente para a aprendizagem de conceitos de geometria molecular

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160265

Cleberson S. Silva
Márlon H. F. B. Soares

Relatos de Sala de Aula

Este trabalho teve como objetivo elaborar, confeccionar e aplicar um jogo de tabuleiro, cartas e dados para a aprendizagem do tema Geometria Molecular. Após a elaboração do jogo, baseado nos conceitos da Teoria Computacional da Mente, ele foi confeccionado e aplicado em duas turmas de 1ª série do Ensino Médio de uma escola pública estadual, ora funcionando como Jogo Didático, ora como Jogo Pedagógico. Os dados foram coletados com métodos qualitativos como gravação em áudio e vídeo e anotações em diário de campo. Tais dados foram estudados por meio da Análise de Conteúdo. A partir das atividades desenvolvidas, foi possível perceber que jogos baseados na Teoria Computacional da Mente têm grande potencial para facilitar a aprendizagem de assuntos vistos nas aulas de Química. Nessa teoria, os jogos são desenvolvidos contendo em seu escopo muitas informações que auxiliam a estrutura mental do aluno a construir o conhecimento. Para a Teoria Computacional da Mente, quanto mais informações o sujeito recebe, melhor poderá ser a sua resposta a um problema ou indagação.

jogo, jogo pedagógico, jogo didático, GeomeQuímica, teoria computacional da mente

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

Possíveis relações dos conteúdos de Química, Física e Biologia com os poderes das Super-Heroínas

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160267

Pollyana de G. Pinto
Márlon H. F. B. Soares

Relatos de Sala de Aula

A presença de super-heroínas em diversos filmes mais atuais, bem como em histórias em quadrinhos (HQs), pode contribuir com o aumento do protagonismo feminino em diversas situações mais cotidianas objetivando diminuir o preconceito de gênero na sociedade. Nesse sentido, este trabalho procurou responder quais os conceitos científicos estudados por discentes de nível médio que podem ser relacionados com os poderes das super-heroínas apresentados em filmes e HQs. A proposta foi desenvolvida em um colégio estadual da região metropolitana de Goiânia com 122 discentes dos três anos do ensino médio. Foram avaliados e obtidos 3 níveis de aproximação dos conceitos científicos trabalhados pelos estudantes com os poderes das super-heroínas. No Nível 1, os conceitos foram considerados inadequados, não apresentando relação entre os poderes das super-heroínas e os conceitos científicos de maneira satisfatória. No Nível 2, as concepções e relações eram intermediárias, mas não aprofundadas. No Nível 3, os conceitos eram pertinentes e satisfatórios no que se refere à relação entre ciência e poderes das super-heroínas.

ensino de ciências, ensino de química, lúdico, super-heroínas

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

Reelaboração de um jogo: recurso didático como facilitador do processo de ensino e de aprendizagem no Ensino de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160266

Bianca M. Gama
Márlon H. F. B. Soares

Andréa Aparecida R. Alves

Nos últimos anos, a utilização dos jogos didáticos no Ensino de Química como recurso didático capaz de facilitar os processos de ensino e de aprendizagem tem sido estudada por pesquisadores e estudiosos da área educacional. No entanto, a confecção e a maneira como este material é empregado em sala de aula constituem-se como grandes desafios enfrentados por muitos professores, o que demanda estudos reflexivos acerca dessa abordagem. O presente trabalho busca apresentar a reelaboração de um jogo didático baseado no eixo temático Constituição da matéria, aprimorando-o para a sua reprodução em sala de aula, visto que a proposta original do referido jogo se mostrou incompreensível para quem busca reproduzi-la e utilizá-la. O jogo foi aplicado em uma turma de 1º ano do Ensino Médio, na qual participaram da atividade 35 alunos de uma escola pública do sul do Estado do Rio de Janeiro, proporcionando a estes educandos uma experiência diferenciada da perspectiva tradicional com a qual estavam habituados. Os resultados mostraram que o jogo reelaborado pôde ser produzido e tornou-se compreensível em sua dinâmica e regras, permitindo que os alunos pudessem explorá-lo com autonomia e motivação. Por meio de sua recriação e posterior descrição detalhada neste trabalho, criou-se a possibilidade de que outros professores também possam produzi-lo para utilização em suas aulas. O trabalho desenvolveu-se no contexto do estágio supervisionado, e sua análise qualitativa pautou-se em um diário de campo, assim como as reflexões dessa proposta em termos quantitativos por meio de uma atividade avaliativa. 

jogo didático, ensino de química, reelaboração

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

O caso Alice Ball: uma proposta interseccional para o Ensino de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160246

Carolina Q. Santana
Letícia dos S. Pereira

Ensino de Química em Foco

Este texto é parte de um estudo sobre a interseccionalidade de Raça e Gênero na História e Ensino de Química centrado na trajetória da química norte-americana Alice Augusta Ball (1892-1916). Apresentamos brevemente a trajetória de Alice Ball, seu legado para a química e medicina, o processo de apagamento do seu trabalho e a redescoberta da sua história. Utilizando o desenho metodológico da Design Research, desenvolvemos uma sequência didática para o Ensino de Química concebida para inserir nas aulas de química a discussão sobre representatividade e interseccionalidade nas ciências. Iniciamos o primeiro ciclo do design, estabelecendo seus princípios e elaborando um protótipo que foi submetido à revisão por pares. Após tal avaliação, reformulamos a sequência didática, que pretendemos utilizar em escolas públicas de Salvador e da região do Recôncavo da Bahia.

Alice Ball, efeito Matilda, ensino de química, interseccionalidade

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

Metalurgia do ferro em África: A Lei 10.639/03 no Ensino de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160258

Antônio C. B. Alvino
Aliny G. Silva
Geisa L. M. Lima
Marysson J. R. Camargo
Marilene B. Moreira
Anna M. C. Benite

Ensino de Química em Foco

Este artigo versa sobre a implementação da Lei n. 10.639/2003 no ensino de química. Apresentamos as contribuições dos povos africanos e da diáspora para desenvolvimento da metalurgia brasileira. Foram atores desta investigação 29 estudantes do ensino médio, com idade entre 14 e 20 anos e 8 professores/as de química em formação inicial e continuada. A investigação foi registrada em áudio e vídeo, transcrita e analisada segundo os critérios da análise da conversação. Nossos resultados demonstram possibilidades de ensinar química a partir de uma abordagem epistêmica de matriz africana.

tecnologia africana, Lei n. 10.639/2003, ferro

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

Jogos didáticos em um curso de formação inicial docente em química: aspectos teórico-práticos para a abordagem de conteúdos de físico-química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160268

Dyenifer M. Barbosa
Thaís R. Rocha

Ensino de Química em Foco

Neste trabalho, buscou-se abordar em um curso os aspectos teórico-práticos relacionados aos jogos didáticos, a fim de contribuir para a formação inicial dos acadêmicos de licenciatura em Química do IFSC Câmpus Criciúma. O curso estruturado com base nos Três Momentos Pedagógicos, foi realizado durante a disciplina de Físico-Química II, com a participação de 8 acadêmicos. Além do estudo dos referenciais teóricos, houve a elaboração e validação de 4 jogos didáticos, sendo um deles aplicado na educação básica. Como instrumentos de coleta de dados, têm-se questionários destinados aos acadêmicos, estudantes e professor da escola, bem como registros em diário de campo. Os dados foram analisados com base na Análise Textual Discursiva e discutidos a partir de 5 categorias emergentes. Além das significações do curso para a formação dos acadêmicos, evidenciou-se contributos do jogo didático, aplicado como forma de revisão, para a aprendizagem dos estudantes em química.

formação inicial docente, jogos didáticos, físico-química

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

O uso dos sentidos, olfato e paladar, na percepção dos aromas: uma oficina temática para o Ensino de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160270

Fernando V. Oliveira
Vanessa Candito
Mara Elisa F. Braibante

Ensino de Química em Foco

A busca por estratégias metodológicas que auxiliem os estudantes na construção do conhecimento tem orientado diversas pesquisas na área de Ensino de Química. Esse estudo teve como objetivo desenvolver e avaliar a aplicação de uma oficina temática, intitulada Química uma sensação – que função ela tem?, por meio da percepção dos Aromas, e estruturada nos Três Momentos Pedagógicos, para promover reflexões e discussões relacionando a temática com conteúdos de Química Orgânica. A oficina temática foi desenvolvida com 60 estudantes do Ensino Médio, de uma escola estadual pública do município de São Sepé/RS. Os resultados obtidos dão indícios de que o uso da oficina temática contribuiu para um ensino voltado à construção do conhecimento químico contextualizado e uma aprendizagem significativa para os estudantes do Ensino Médio. 

ensino de química, funções orgânicas, oficina temática

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

A Fotografia em Atividade Experimental Investigativa de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160269

Marcia B. Cunha
Catherine G. Vogt

O Aluno em Foco

O Ensino por Investigação (EI) é uma possibilidade para as aulas experimentais de Ciências e Química. Em meio aos fundamentos teóricos dessa abordagem, destacamos a proposição de um problema e sua resolução. Nesse contexto, a observação é um elemento de coleta e reflexão que tem a fotografia como um instrumento de aprimoramento da observação e do registro de dados. Neste trabalho investigamos o papel da Fotografia Científica Observatória (FoCO) como suporte para aulas investigativas de Química. Apresentamos aos estudantes um problema e a proposição de um experimento: que eles deveriam observar, durante cinco dias, o processo de oxidação de alguns metais. Como ferramenta didática, os estudantes utilizaram uma câmera digital ou um smartphone para o registro da observação. Os registros sistemáticos compuseram a observação visual do processo que acontece em tempos diferentes. Os resultados demonstraram que os estudantes aprimoraram a ação de explorar, de comparar, de analisar e de registrar fenômenos que acontecem em uma reação química.

formação inicial docente, jogos didáticos, físico-química

02-EQM-29-12.pdf PDF: O Aluno em Foco

 

Atividade antioxidante de frutas cítricas: adaptação do Método do DPPH para experimentação em sala de aula

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160251

Marcia Cristina C. Oliveira
Rodrigo César F. Barbosa
Danilo C. Flores

Experimentação no Ensino de Química

A possibilidade de relacionar conteúdos acadêmicos com o cotidiano mostra-se como estratégia para despertar o interesse e compreensão do aluno. Neste sentido, este trabalho propõe a adaptação do método do DPPH• para avaliar qualitativamente a atividade antioxidante de frutas cítricas, sendo avaliados seis sucos de frutas, tendo o morango e a laranja apresentado maior atividade antioxidante. Em seguida realizou-se a análise para determinação do IC50 dos sucos de tangerina (19,5 mg/mL) e laranja (10,4 mg/mL) frente ao DPPH•. Estes resultados validam a metodologia simplificada como modelo de experimentação para alunos do ensino médio, já que os sucos de frutas com maiores propriedades antioxidantes descoraram rapidamente a solução de DPPH•.

cítricos, espécies radicalares, ensino médio

02-EQM-29-12.pdf PDF: Experimentação no Ensino de Química

 

Tintura de Iodo como potencial reagente para a Experimentação no Ensino de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160259

Lucas S. Fernandes
Arenaldo R. A. Silva

Experimentação no Ensino de Química

Este estudo refere-se à proposição de experimentos de baixo custo utilizando a tintura de iodo (solução alcoólica de iodo e iodeto de potássio) como reagente principal. A opção por esse reagente se deu por alguns motivos, a saber: 1- baixo custo; 2- disponibilidade; 3- alta reatividade; 4- cinética reacional rápida; 5- evidências colorimétricas aparentes da ocorrência de reações químicas. Baseando-se nesses aspectos e na literatura sobre experimentação, foram elaborados seis roteiros experimentais. Recomenda-se que os experimentos propostos sejam inseridos em uma estratégia didática investigativa que articule aspectos teóricos e práticos dos conhecimentos químicos. Espera-se que a realização das atividades experimentais propostas proporcione aos estudantes o desenvolvimento de conceitos, procedimentos e atitudes.

tintura de iodo, experimentação, ensino de Química

02-EQM-29-12.pdf PDF: Experimentação no Ensino de Química

 

Avaliando Métricas em Química Verde de Experimentos Adaptados para a Degradação do Corante Amarelo de Tartrazina para Aulas no Ensino Médio

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160260

Kayanne Maria S. Santos
Lylian M. A. Lima
Tatiane S. Santos
Ângelo F. Pitanga

Experimentação no Ensino de Química

A utilização de corantes tem sido uma preocupação mundial, em especial quando se trata de sua relação com as questões de saneamento ambiental. Diversas técnicas têm sido desenvolvidas e/ou aperfeiçoadas, de modo que apresentem melhores resultados na degradação de corantes recalcitrantes. Num momento inicial desta investigação, procedeu-se a adaptação de Processos Eletroquímicos Oxidativos Avançados (PEOAs) para a degradação do corante amarelo de tartrazina (AT), para que pudessem ser reproduzidos em aulas de Ensino Médio. Contudo, os avanços nas pesquisas permitiram observar que a adaptação desses experimentos apresentava diversos elementos da química verde, e com isso, este artigo tem por objetivo apresentar uma avaliação das métricas em química verde de experimentos adaptados para à degradação de amarelo de tartrazina. 

química verde, métricas, adaptação de experimentos, amarelo de tartrazina

02-EQM-29-12.pdf PDF: Experimentação no Ensino de Química

 

Voltar à Coleção Completa

Sociedade Brasileira de Química © 2020

on-line ISSN 2175-2699
impreso ISSN 0104-8899
Apoio a Projetos
CNPq
Desenvolvido por EKMF.