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Artigos que aguardam publicação

 

Trilha do Metano: uma proposta de jogo didático sobre saneamento básico e aproveitamento energético do esgoto sanitário para o ensino de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160291

Ewerton Nonnenmacher
Ana C. Lazaroto
Mayra Alonço
Claudia A. Fioresi
Letiére C. Soares

Química e Sociedade

Neste artigo propomos o desenvolvimento de um jogo didático, do tipo trilha, sobre saneamento básico e aproveitamento energético do biogás, dividido em quatro etapas: 1) Esgoto sanitário: abordando conteúdos relacionados às características físico-químicas do esgoto sanitário; 2) Coleta e tratamento: perguntas relacionadas a coleta, tratamento e impactos ambientais do esgoto sanitário; 3) Rota metabólica: aborda reações químicas envolvidas no processo de digestão anaeróbia; 4) Aproveitamento energético: Composição química do biogás e as possibilidades do seu aproveitamento como fonte de energia. Esta proposta aborda questões conceituais, sócio-ambientais e culturais e apresenta possibilidades para ser trabalhado em sala de aula envolvendo conteúdos de Química.   

biogás, ensino de química, esgoto sanitário

02-EQM-29-12.pdf PDF: Química e Sociedade

 

A História do Promécio e o Conceito de Descoberta Científica

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160294

Lucas dos S. Fernandes

História da Química

Este estudo busca discutir a história do elemento químico Promécio (Z = 61) a partir do conceito de descoberta científica. O Promécio é utilizado na fabricação de baterias atômicas, lasers, aparelhos de raios X portáteis e equipamentos de iluminação. Antes do reconhecimento oficial, a descoberta do elemento químico de número atômico 61 foi anunciada algumas vezes, inclusive, ele chegou a ser nomeado de Illínio, Florêncio e Ciclônio. Contudo, sua descoberta foi reconhecida apenas em 1947. Considerando a complexidade da história do Promécio, espera-se produzir reflexões sobre a descoberta de elementos sintéticos e fomentar discussões em sala de aula envolvendo aspectos da História e da Filosofia das Ciências.   

descoberta científica, elemento químico, promécio

02-EQM-29-12.pdf PDF: História da Química

 

Julia Hall e o Desenvolvimento do Processo Hall-Héroult: o Efeito Matilda na História da Indústria Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160295

Lucas dos S. Fernandes

História da Química

Julia Hall foi uma cientista que contribuiu para o desenvolvimento do processo de produção de alumínio denominado Hall-Héroult. No entanto, a criação do processo é atribuída apenas a Charles Hall (irmão de Julia Hall) e a Paul Héroult. A atribuição de contribuições científicas produzidas por mulheres a cientistas homens é chamada de efeito Matilda. O objetivo deste estudo é resgatar as contribuições de Julia Hall para o desenvolvimento do processo Hall-Héroult. Julia Hall auxiliou seu irmão, atuando em diversas frentes: executando, registrando, documentando e discutindo os experimentos realizados. Debates sobre episódios históricos, como o apresentado nesta pesquisa, podem contribuir para a superação de concepções sexistas que consideram a Ciência e a Tecnologia empreendimentos exclusivamente masculinos.   

Julia Hall, processo Hall-Héroult, alumínio

02-EQM-29-12.pdf PDF: História da Química

 

Aplicação de ferramentas pedagógicas na disciplina de Química Orgânica I de forma remota

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160289

Pedro H. Damada
André L. M. Porto

Relatos de Sala de Aula

O objetivo deste trabalho foi aplicar atividades pedagógicas com os alunos de graduação na disciplina teórica de Química Orgânica I para auxiliar nos estudos em um período atípico em que as aulas presenciais foram suspensas devido à pandemia do novo coronavírus. As aulas foram ministradas pelo docente através do Google Meet utilizando o PowerPoint® e foram complementadas pelo estagiário, do Programa de Aperfeiçoamento do Ensino da Universidade de São Paulo, por meios de aulas de monitorias, listas de exercícios, Mapa Conceitual (MC) e Texto de Divulgação Científica (TDC). Destacam-se que as aulas, as monitorias e as listas de exercícios foram de grande importância: 100% dos alunos aprovaram os recursos utilizados e 77% aprovaram o uso do TDC como atividade complementar. E, em relação ao MC, a maioria achou a ferramenta um pouco confusa e trabalhosa, mas todos que a desenvolveram tiveram um bom desempenho na disciplina. Com estes resultados, pode-se concluir que estas ferramentas podem ser facilmente empregadas para estimular os alunos nos estudos. Além disso, devido à quantidade de recursos tecnológicos e pedagógicos disponíveis é possível que disciplinas presenciais possam ser ministradas online, sem que cause prejuízos na formação dos alunos, desde que bem elaboradas e devidamente acompanhadas pelos responsáveis.   

química orgânica, mapa conceitual, texto de divulgação científica

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

Projeto Ciência e Pandemia: análise de uma intervenção pedagógica para aumentar a participação dos alunos nas atividades remotas de Ciências e Matemática

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160292

Ívina L. Santana
Luciana R. do Nascimento
Cecília F. Martins
Thays F. Souza
Maria de Fátima F. Lelis
Marcos Benedito J. G de Freitas
Paulo Rogerio G. de Moura

Ensino de Química em Foco

O presente artigo apresenta um estudo de caso de uma intervenção pedagógica das áreas de Ciências da Natureza e Matemática, realizada numa escola pública de Ensino Médio, advinda de uma proposta para aumentar o engajamento no ensino remoto. Baseado em uma pesquisa diagnóstica sobre motivação e acessibilidade digital dos alunos durante o ensino remoto, o projeto de intervenção trabalhou temas relacionados a Ciência e Pandemia, produzindo um conteúdo digital interdisciplinar e contextualizado. Foi produzida uma série de lives com o cuidado de adequar o conteúdo à acessibilidade dos alunos. As ações do projeto foram capazes de aumentar o engajamento dos alunos no ensino remoto e, como consequência, aumentou o número de entregas das atividades pedagógicas não presenciais (APNPs).   

interdisciplinaridade, contextualização, ensino remoto, acessibilidade digital

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

Análise e caracterização das provas da Olimpíada de Química do Rio Grande do Sul

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160298

Caroline S. Koch
Tania Denise M. Salgado
Maurícius S. Pazinato
Camila G. Passos

Ensino de Química em Foco

Este trabalho objetiva identificar os conteúdos e contextos que são abordados nas questões da Olimpíada de Química do Rio Grande do Sul, para elaboração de um panorama sobre o perfil das provas no período compreendido entre 2014 e 2019. A análise documental das 210 questões evidenciou que os conteúdos solicitados com maior frequência são ligações químicas, estequiometria, substâncias inorgânicas, caráter ácido/básico, reações inorgânicas, nomenclatura oficial inorgânica, soluções, equilíbrio químico, termoquímica, reações orgânicas, isomeria, funções orgânicas e titulação. Observou-se a presença de questões complexas e desafiadoras sobre aspectos conceituais e crescente exigência de cálculos. No mínimo um terço das questões usa de contextualização, entretanto em grande parte com enfoque ilustrativo. A temática mais frequente é tecnologia, seguida de meio ambiente. As reflexões desta pesquisa visam contribuir para o aperfeiçoamento das futuras provas e para fomentar novos estudos na área.   

Olimpíada de Química do Rio Grande do Sul, análise de questões, perfil de provas

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

 

O Uso de Mangás como Recurso Didático Para o Ensino de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160297

Fabio Henrique B. Lopes
Alice Cristina S. L. M. de Souza
Elise M. F. Cunha
Joci N. A. Macedo

O Aluno em Foco

Ensinar Química é um grande desafio para todo educador, principalmente diante de um cenário pandêmico, onde a necessidade de recursos didáticos alternativos para a modalidade de ensino remoto se tornou essencial. Esse relato é resultado de um projeto de ensino interdisciplinar baseado na criação de um mangá como recurso didático de ensino com o foco no aprendizado significativo das disciplinas de Química Geral, Química Ambiental e Biossegurança. A atividade foi desenvolvida com os alunos do 1º ano do Curso Técnico em Química do Instituto Federal de Rondônia, Campus Ji-Paraná, promovendo interdisciplinaridade, de modo que os discentes foram envolvidos no processo de produção enquanto lidavam com questões envolvendo temas como energia, meio ambiente, biossegurança, radiação, ética e inclusão no ambiente de trabalho.   

relato de experiência, mangás de Química, recursos didáticos alternativos

02-EQM-29-12.pdf PDF: O Aluno em Foco

 

O Arco de Maguerez como Oportunidade para a Aprendizagem Problematizadora e Ativa no Ensino de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160299

Thiago B. Cavassani
Joana J. Andrade
Rosebelly N. Marques

O Aluno em Foco

Este trabalho discute a possibilidade de utilização da metodologia problematizadora com o Arco de Maguerez (AM) para o ensino e a aprendizagem contextualizada e ativa de química dos solos em um curso técnico em química integrado ao Ensino Médio. A proposta foi desenvolvida com a participação de 29 estudantes na disciplina de Química Ambiental e Gestão Ambiental, utilizando como recursos didáticos a pesquisa ativa na Internet e a construção de portfólio formativo/avaliativo. Os resultados indicam que a atividade de pesquisa incentivou a proatividade dos estudantes para a compreensão dos fenômenos químicos e para o desenvolvimento do trabalho colaborativo que exigiu dialogicidade e postura reflexiva na reconstrução dos próprios saberes.A proposta mostrou-se como opção viável para criação de momentos de aprendizagem ativa no ensino de química, estimulando a autonomia para o reconhecimento crítico das questões relativas à própria realidade no processo de construção do conhecimento.   

aprendizagem ativa, Arco de Maguerez, abordagem problematizadora

02-EQM-29-12.pdf PDF: O Aluno em Foco

 

Ensino de eletroquímica no ensino médio por meio de uma atividade experimental com abordagem de equilíbrios simultâneos de oxidorredução e de complexação

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160293

Nathália J. Silveira
Jaqueline F. Sousa
Júnia F. Teixeira
Luís Antônio da Silva
Valéria A. Alves

Experimentação no Ensino de Química

Visando-se contribuir com o ensino de eletroquímica e de equilíbrio químico na educação básica, o presente trabalho propõe a montagem e a utilização de um kit experimental facilmente reprodutível, confeccionado com materiais de fácil acesso, baixo custo e que pode ser utilizado como ferramenta didática para incrementar o processo de ensino e aprendizagem. A inspiração para confecção do kit experimental se deu a partir de uma questão do vestibular de 2019 do Instituto Militar de Engenharia (IME), que envolve conceitos de eletroquímica e de equilíbrio químico. A utilização do kit culminou na determinação da constante de formação, Kf, do íon complexo [Cu(NH3)4]2+, cujo valor foi concordante com os valores da literatura e da questão do IME. Este trabalho proporciona, por meio da experimentação, a possibilidade do professor explorar vários conceitos, como reação de oxidorredução, reação de complexação, célula galvânica, equação de Nernst, constante de equilíbrio, entre outros.   

eletroquímica, constante de equilíbrio, experimentação

02-EQM-29-12.pdf PDF: Experimentação no Ensino de Química

 

 

Explorando o pensamento químico de licenciandos em aulas experimentais remotas

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160296

Fernanda G. de Almeida
Fabiele Cristiane D. Broietti

Cadernos de Pesquisa

Com a pandemia do coronavírus o cenário educacional tornou-se ainda mais desafiador, em virtude da suspensão das aulas presenciais e a condição de aulas remotas. Diante desse novo desafio apresentamos o seguinte questionamento: como propor aulas experimentais remotamente priorizando o caráter investigativo e que permitam aos licenciandos fazer uso do pensamento químico? Analisamos dados de uma atividade experimental referente ao conteúdo densidade, seguindo os pressupostos da Análise de Conteúdo, por meio de categorias definidas a priori. A atividade proposta foi eficaz para engajar os estudantes no uso do pensamento químico, uma vez que pelo menos uma das variáveis de progresso esperada foi encontrada nas respostas de todos os estudantes. Além disso, a atividade possibilitou que os estudantes utilizassem aspectos do pensamento químico para estabelecer causas para as mudanças químicas e relações entre benefícios, custos e riscos da utilização de diferentes materiais na produção de embalagens.   

experimentação, pensamento químico, ensino remoto

02-EQM-29-12.pdf PDF: Cadernos de Pesquisa

 

Teorias de aprendizagem no ensino de Química: uma revisão de literatura a partir de artigos da revista Química Nova na Escola (QNEsc)

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160300

Jéssica S. Gaudêncio
Rosemari M. F. Silveira
Nilcéia A. M. Pinheiro
Awdry F. Miquelin

Cadernos de Pesquisa

A QNEsc tem grande impacto no sistema educacional de Química, subsidiando o trabalho, a formação e a informação em relação ao que está sendo investigado no ensino de Química. Assim, este artigo tem como objetivo apresentar uma investigação sobre a presença de referenciais teóricos relacionados com teorias de aprendizagem nas edições da QNEsc, buscando traçar uma linha do tempo em relação ao uso e sustentação das práticas em ensino de Química apoiadas nas abordagens behaviorista, cognitivista e humanista. Os resultados revelam maiores ocorrências de trabalhos que englobam a ênfase cognitivista e humanista, com embasamento teórico e citações de autores como Vygotsky, Piaget, Ausubel, Bruner e Freire. Com o passar dos anos as tendências cognitivistas tiveram um aumento significativo, indicando certa preocupação no ensino de Química com a forma com que o estudante processa a informação que lhe é dada e como é obtida essa compreensão, buscando uma aprendizagem mais significativa do conhecimento.   

teorias de aprendizagem, QNEsc, ensino de Química

02-EQM-29-12.pdf PDF: Cadernos de Pesquisa

 

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Sociedade Brasileira de Química © 2020

on-line ISSN 2175-2699
impreso ISSN 0104-8899
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