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QNEsc #27

QNEsc # 27 - Fevereiro - 2008

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Editorial

Editores e Editor Associado

Editorial

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ENSINO DAS CINCIAS: PERSPECTIVAS IBERO-AMERICANAS

Andono Garrotz, Eduardo F. Mortimer, Aureli Caamao

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Avaliao das Competncias de Pensamento Cientfico

Jos Antonio Chamizo e Merc Izquierdo

competncias, pensamento cientfico, Toulmin, diagrama heurstico

A partir das recentes contribuies derivadas da filosofia da cincia, discutido o sentido da atividade cientfica reconhecendo, como uma de suas principais competncias, a possibilidade de fazer perguntas. Com base nisso e utilizando a caracterizao de Toulmin sobre os problemas e os conceitos, prope-se uma maneira de avaliar as competncias de pensamento cientfico por meio de um instrumento ad hoc identificado como diagrama heurstico.

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Fazendo Educao em Cincias em um Curso de Pedagogia com Incluso de Saberes Populares no Currculo

Attico Chassot

cientificismo, presentesmo, saber acadmico, saber escolar, saber popular

Animado pelo mote 'Quando morre um velho como biblioteca que queima', este artigo relata uma pesquisa envolvendo aes de alunas e alunos do curso de Pedagogia como pesquisadores de saberes populares que so trazidos sala de aula para, iluminados por saberes acadmicos, faz-los saberes escolares. A proposta centra-se no desencadeamento de dilogo entre geraes - com exigncias de superao de bices como o presentesmo e o cientificismo - na busca de salvar saberes sob risco de extino pelo esquecimento ou pela biopirataria. Alm dos produtos - novos saberes escolares -, apontam-se como subprodutos modificaes entre os pesquisados e os pesquisadores.

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Analogias no Ensino do Equilbrio Qumico

Andrs Raviolo e Andoni Garritz

equilbrio qumico, analogias, pesquisa bibliogrfica, Ensino Superior

Os resultados de uma reviso bibliogrfica sobre analogias utilizadas para ensinar equilbrio qumico so apresentados. Os autores pretendem com isso contribuir para o trabalho de professores e alunos reunindo a literatura dispersa. Muitas das analogias publicadas so desconhecidas dos professores pois elas tm aparecido em uma grande disperso de tempo em revistas internacionais. Essas analogias foram classificadas em cinco grupos e so apresentados os aspectos que representam o fenmeno, as possveis dificuldades de aprendiza- gem e as concepes alternativas que podem promover. Alm disso, so examinados sua utilizao em aula e pelos cientistas, sua presena em livros e a analogia criada pelos alunos.

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Formao de Professores de Qumica: Concepes e Proposies

Ricardo Gauche, Roberto Ribeiro da Silva, Joice de Aguiar Baptista, Wildson Luiz Pereira dos Santos, Gerson de Souza Ml e Patrcia Fernandes Lootens Machado

formao de professores, ensino de qumica, Licenciatura em Qumica

O presente trabalho apresenta uma experincia da Universidade de Braslia (UnB), no que tange s suas contribuies para o avano do ensino de qumica e da formao de professores de qumica. Para tanto, contm a sntese da histria, dos pressupostos do respectivo projeto pedaggico e das aes desenvolvidas no mbito do curso de Licenciatura em Qumica da UnB. Trata-se de contribuio na perspectiva de ampliar a explicitao, socializao e anlise de suas caractersticas, bem como de resultados na prtica do ensino escolar de Qumica.

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Formaao Contnua de Professores para uma Orientao CTS do Ensino de Qumica: Um Estudo de Caso

Isabel Sofi a Rebelo, Isabel P. Martins e Maria Arminda Pedrosa

literacia cientfica, CTS, desenvolvimento profissional de professores

Referem-se sumariamente caractersticas gerais da educao cientfica renovada emergente no limiar do sculo XXI e alguns condicionalismos scio-econmicos que a contextualizam. Assume-se o movimento CTS como enquadrador de finalidades abrangentes que lhe subjazem e operacionalizador de metodologias e de abordagens inovadoras de ensino de cincias promotoras de desenvolvimento de literacia cientfica e tecnolgica dos alunos. Descrevem-se as caractersticas e os resultados principais de um programa de formao contnua de professores de cincias/qumica concebido para promover o seu desenvolvimento e a inovao de prticas em consonncia.

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Consensos sobre a Natureza da Cincia: A Cincia e a Tecnologia na Sociedade

ngel Vzquez-Alonso, Maria Antonia Manassero-Mas, Jos Antonio Acevedo-Daz e Pilar Acevedo-Romero

Natureza da cincia, relaes entre a sociedade, cincia e tecnologia, crenas consensuais, pesquisa emprica

A natureza da cincia constitui um contedo inovador e central do currculo da educao cientfica, este orientado para a alfabetizao cientfica e tecnolgica de todas as pessoas. Sua incluso no currculo de cincias problemtica pela sua complexidade e pela sua novidade, de tal forma que a deciso a respeito dos seus principais traos e contedos requer uma base slida. Neste artigo, so mostrados os consensos relativos s relaes entre a sociedade e a cincia e a tecnologia, que foram construdos com base numa metodologia emprica apoiada na valorizao das questes do Questionrio de Opinies sobre Cincia, Tecnologia e Sociedade (QOCTS) por um painel de 16 juzes peritos. Os consensos alcanados so expostos com base em crenas concretas do tema abordado, tanto aquelas que so consideradas adequadas quanto as ingnuas. As crenas consensuais poderiam ser consideradas contedos curriculares da NdC. Por ltimo, discutem-se as implicaes para a educao cientfica.

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Aspectos macro e microscpicos do conceito de equilbrio qumico e de sua abordagem em sala de aula

Karina Aparecida de Freitas Dias de Souza e Arnaldo Alves Cardoso

Pesquisa no Ensino de Qumica

equilbrio qumico, princpio de Le Chatelier, raciocnio terico-abstrato

O ensino e a aprendizagem de cincias requerem processos de teorizao, construo e reconstruo de modelos que possibilitem a interpretao da natureza e a elaborao de explicaes por parte dos estudantes. Neste artigo, discutimos a importncia do raciocnio abstrato na construo e manipulao do conceito de equilbrio qumico, bem como o prejuzo que a memorizao de regras qualitativas pode representar elaborao dessa forma de pensamento. As discusses fundamentam-se em dados obtidos a partir de atividades desenvolvidas com graduandos do segundo ano de Farmcia-Bioqumica da UNESP-Araraquara, que cursaram a disciplina de Qumica Analtica Qualitativa no primeiro semestre de 2005.

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Experimentando Qumica com Segurana

Patricia Fernandes Lootens Machado e Gerson de Souza Ml

EXPERIMENTAO NO ENSINO DE QUMICA

experimentao, segurana de laboratrio, responsabilidade em laboratrio

Discute-se a segurana relacionada experimentao em Qumica no nvel mdio, ressaltando sua relevncia e dificuldades. Com objetivo de orientar a comunidade escolar, abordam-se questes relacionadas a responsabilidades, organizao, equipamentos de proteo coletiva e individual, armazenagem e manuseio de produtos qumicos.

09-eeq-5006.pdf

Nas polticas do currculo, um currculo poltico

Attico Chassot

Resenha

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Normas para Publicao

11-Normas.pdf


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