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QNEsc #28

QNEsc # 28 - Maio - 2008

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Editorial

Editores e Editor Associado

Editorial

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Biodiesel: Possibilidades e Desafios

Flavia C. C. Oliveira, Paulo A. Z. Suarez e Wildson L. P. dos Santos

QUMICA E SOCIEDADE

biocombustveis, biodiesel, recurso energtico, poluio

O uso de combustveis alternativos vem ganhando destaque, pois alm do petrleo ser uma fonte esgotvel de energia, emite grande quantidade de gases poluentes. Muitas propostas tm surgido para substituio dos combustveis fsseis, destacando-se o lcool etlico hidratado combustvel (AEHC) e os biocombustveis derivados de leos ou gorduras, que surgem como uma promessa para substituio do leo diesel, com especial destaque para o biodiesel. Diante da relevncia social dessa temtica, no presente artigo, so apresentadas informaes relacionadas ao processo tecnolgico de sua produo e de aspectos sociais, econmicos e ambientais, bem como so feitas recomendaes, ao final, sobre possibilidades da abordagem desse tema em sala de aula.

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Biocombustvel, o Mito do Combustvel Limpo

Arnaldo Alves Cardoso, Cristine de Mello Dias Machado e Elisabete Alves Pereira

QUMICA E SOCIEDADE

biocombustvel, etanol, combustvel limpo

Este artigo apresenta aspectos ambientais relevantes sobre a produo e o uso do biocombustvel, princi- palmente o lcool, desmistificando a denominao de combustvel limpo utilizada, em especial, pelos meios de comunicao, quando se refere a esse tipo de combustvel. O artigo procura tambm mostrar o quanto importante conhecer os princpios bsicos de qumica, especialmente a qumica do nitrognio, para compreender e discutir os destinos da economia do pas.

03-QS-3207.pdf 03-QS-3207.pdf

A Questo do Mercrio em Lmpadas Fluorescentes

Walter Alves Duro Jnior e Cludia Carvalhinho Windmller

QUMICA E SOCIEDADE

lmpadas fluorescentes, contaminao por mercrio, descontaminao

A iluminao artificial teve seu incio ao longo do sculo XIX e foi sem dvida um marco importante na vida do homem. Este artigo discute alguns aspectos da relao entre mercrio, lmpadas fluorescentes e mtodos de descontaminao de seus resduos. Lmpada fluorescente um tema ligado importante preocupao ambiental devido ao seu alto teor de mercrio, um metal reconhecidamente txico. Empresas maiores que as utilizam tm se adequado s legislaes ambientais e as remetem, depois de usadas, a empresas habilitadas a realizar reciclagem. J as de uso residencial so descartadas sem quaisquer cuidados ou so misturadas com os demais resduos no inertes.

04-QS-4006.pdf 04-QS-4006.pdf

Fundamentos e Aplicao da Flotao como Tcnica de Separao de Misturas

Luciana Massi, Sandro Rogrio de Sousa, Ceclia Laluce e Miguel Jafelicci Junior

CONCEITOS CIENTFICOS EM DESTAQUE

separao de misturas, flotao, aplicao da flotao

Flotao uma tcnica de separao que envolve conceitos de qumica de superfcies, mas que pode ser abordada de forma clara e simples por professores de Ensino Mdio, fugindo das concepes errneas sobre o processo presente na maioria dos materiais didticos. Este artigo tem como objetivo servir de suporte aos professores interessados em ilustrar suas aulas de separaes de misturas com uma tcnica extremamente eficiente, que trabalha diversos conceitos de qumica e biologia, e tem ampla aplicao em processos industriais que permeiam o nosso cotidiano.

05-CCD-7106.pdf 05-CCD-7106.pdf

O Conceito de Hibridizao

Joanna Maria Ramos, Antnio Orlando Izolani, Claudio Alberto Tllez e Maria Josefa Gomes dos Santos

CONCEITOS CIENTFICOS EM DESTAQUE

orbitais atmicos, hibridizao, modelo conceitual

Discute-se no seguinte artigo as formas de apresentar o conceito de "hibridizao" em diferentes textos de qumica geral de uso universitrio. Conclui-se que nenhum dos exemplos satisfatrio, porquanto o enfoque superficial e no explica as razes conceituais e experimentais que levaram formulao de dito conceito. No artigo, apresentam-se os argumentos consistentes que conduzem definio mais formal e completa do conceito de hibridizao.

06-CCD-5906.pdf 06-CCD-5906.pdf

A Msica e o Ensino de Qumica

Marcelo Pimentel da Silveira e Neide Maria Michellan Kiouranis

RELATOS DE SALA DE AULA

msica, ensino de Qumica, contextualizao

A utilizao da msica no Ensino da Qumica pode ser uma importante alternativa para estreitar o dilogo entre saberes cotidianos e conhecimento cientfico, visto que pode trazer temticas com grande potencial de problematizao. Desenvolvemos um projeto que consiste na explorao desse recurso com professores e alunos, por meio de minicursos realizados em eventos de Qumica e Ensino de Qumica. Os resultados mostraram-se significativos, uma vez que os professores e alunos envolvidos no processo manifestaram interesse e, sobretudo, destacaram o poder de reflexo que o contexto da msica pode oferecer no processo de interpretao da realidade qumica.

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Modelagem e o "Fazer Cincia"

Poliana Flvia Maia Ferreira e Rosria da Silva Justi

RELATOS DE SALA DE AULA

modelagem, produo do conhecimento, equilbrio qumico

Modelos so, ao mesmo tempo, ferramentas e produtos da cincia. O desenvolvimento do conhecimento sobre modelos implica no desenvolvimento do conhecimento sobre a prpria cincia. Assim, o uso de es- tratgias de ensino que auxiliem o desenvolvimento do conhecimento sobre modelos ajuda a desenvolver o conhecimento tanto sobre determinado contedo, quanto sobre o processo de construo do conhecimento cientfico. Este trabalho apresenta o relato da aplicao de uma estratgia de ensino para equilbrio qumico (com uma descrio detalhada), baseada em atividades de modelagem, que objetivou o desenvolvimento do conhecimento dos alunos nessa perspectiva.

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Abordando Solues em Sala de Aula - uma Experincia de Ensino a partir das Idias dos Alunos

Miriam Possar do Carmo e Maria Eunice Ribeiro Marcondes

O ALUNO EM FOCO

soluo, homogeneidade, situaes problemticas

Este artigo apresenta uma proposta de ensino para auxiliar os alunos de 2 e 3 sries do Ensino Mdio no entendimento do conceito de soluo, considerando a idia da homogeneidade como uma caracterstica importante na interface da passagem de um conjunto de conceitos a outros e na construo de noes mais complexas. As atividades foram desenvolvidas para motivar discusses e reflexes sobre o conceito, incentivando os alunos no somente a analisar sua viso em relao a outras perspectivas, como tambm reconsider-la.

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Catalisando a Hidrlise da Uria em Urina

Vanessa Vivian de Almeida, Elton Guntendorfer Bonaf, Flvia Braidotti Stevanato, Nilson Evelzio de Souza, Jeane Eliete Laguila Visentainer, Makoto Matsushita e Jesu Verglio Visentainer

EXPERIMENTAO NO ENSINO DE QUMICA

semente de melancia, urina, uria

Neste artigo, proposto um experimento simples realizado com material de fcil aquisio para ilustrar a hidrlise da uria em urina catalisada pela urease extrada de sementes de melancia.

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Estudo da Atividade Proteoltica de Enzimas Presentes em Frutos

Silvio Lus Toledo de Lima, Marcelo Bispo de Jesus, Roberta Regina Ruela de Sousa, Andr Kimura Okamoto, Renata de Lima e Leonardo Fernandes Fraceto

EXPERIMENTAO NO ENSINO DE QUMICA

frutos, gelatina, enzimas proteolticas

Este trabalho apresenta um experimento simples que aborda conceitos fundamentais de qumica, biologia e bioqumica. Seu objetivo identificar a presena de enzimas proteolticas em diversos frutos, usando como substrato protico a gelatina, cuja integridade pode ser facilmente monitorada por meio do processo de gelificao. A metodologia adotada privilegiou assim o uso de procedimentos laboratoriais de fcil execuo e de reagentes de baixo custo.

11-EEQ-6906.pdf 11-EEQ-6906.pdf

Normas para Publicao

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