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QNEsc Vol. 41 No4

Qumica Nova na Escola
Vol. 41 No4
Novembro de 2019

Editorial

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Os Editores

 

Expediente/Sumário

20-Normas.pdf PDF: Expediente/Sumário

 

Prêmio Nobel de Química de 2019 Láurea pelo Desenvolvimento das Baterias de Íons Lítio

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160171

Nerilso Bocchi
Sonia R. Biaggio
Romeu C. Rocha-Filho

Atualidades em Química

O Prêmio Nobel de Química de 2019 foi outorgado aos pesquisadores que desenvolveram as baterias de íons lítio. Neste artigo, além de se relatar breves biografias dos laureados, são explicadas as contribuições de cada um deles que levaram à comercialização dessas baterias a partir de 1991.

Prêmio Nobel, baterias de íons lítio, baterias recarregáveis, compostos de intercalação

02-EQM-29-12.pdf PDF: Atualidades em Química

 

A Polêmica da Fosfoetanolamina no Ensino de Química: Articulações entre o Planejamento de Ensino e a Comunicação Científifica

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160172

Marcelo Giordan
Gabriel Saraiva Gomes
Isabela Lima Autran Dourado
João Gabriel Farias Romeu

Química e Sociedade

Uma das principais preocupações concernentes ao ensino de Química é que os alunos compreendam seus processos e produtos bem como as formas de comunicação utilizadas para divulgá-los à população. Assim, compreender e problematizar o papel dos meios de comunicação quando do estudo de temas sociocientíficos é uma atividade que pode ser considerada na estruturação de planos de ensino. O presente artigo toma a polêmica da liberação da fosfoetanolamina para tratamento do câncer no Brasil no ano de 2016 como tema de interface entre interesses científicos e sociais para suscitar discussões sobre como aspectos da comunicação científica podem ser articulados ao planejamento de ensino de forma a contemplar os objetivos de problematizá-la e a fomentar o pensamento crítico em sala de aula.

fosfoetanolamina, comunicação científica, planejamento de ensino

02-EQM-29-12.pdf PDF: Química e Sociedade

 

ALTERNATE REALITY GAME (ARG): Breve Histórico, Defifinições e Benefícios para o Ensino e Aprendizagem da Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160173

Maria das Graças Cleophas

Ensino de Química em Foco

As tecnologias estão cada vez mais presentes no cotidiano dos alunos. Assim, criar espaços para explorá- las de modo eficaz nos processos de ensino e aprendizagem da Química se faz potencialmente promissor. Baseando-se nisso, este artigo se torna relevante para repaginar o ensino de química e propor arranjos pedagógicos novos para contribuir com essa aprendizagem. Para tanto, o artigo está focado na discussão do Jogo de Realidade Alternativa – ARG (sigla inglesa para Alternate Reality Game) sob uma perspectiva de apresentação de seus benefícios. Esses benefícios são apresentados como singulares, com características originais e atraentes para os contextos educacionais da atualidade, pois o jogo mescla realidades concretas com virtuais. Por fim, o artigo elucida aspectos relacionados a definições, peculiaridades e, posteriormente, exibe um desenho de como construir propostas pautadas no ARG.

Alternate Reality Game – ARG; jogo de realidade alternativa; ensino de Química; Química

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

Humphry Davy e a natureza metálica do potássio e do sódio

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160174

Júlia Rabello Buci
Paulo Alves Porto

História da Química

Este artigo focaliza a preparação das substâncias potássio e sódio feita, pela primeira vez, pelo químico inglês Humphry Davy (1778-1829). Essas preparações foram possíveis a partir da utilização da pilha voltaica como instrumento de análise química, mas os resultados obtidos e divulgados por Davy em 1807 não estiveram livres de controvérsias. Embora apresentassem algumas propriedades bastante diferentes dos metais até então conhecidos, como sua grande reatividade e densidade inferior à da água, Davy logo admitiu que as duas novas substâncias eram metais. Outros químicos da época, como os franceses J. L. Gay-Lussac (1778-1850) e L. J. Thenard (1777-1857), questionaram as interpretações de Davy, colocando em dúvida o próprio caráter elementar dos metais.

Humphry Davy, potássio, sódio, metal, história da química

02-EQM-29-12.pdf PDF: História da Química

 

Construção de um biodigestor na escola: um estudo de caso fundamentado numa perspectiva Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS)

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160175

Valéria Vieira Moura Paixão
Carlos Henrique Batista
Maria Clara Pinto Cruz

Relatos de Sala de Aula

Este artigo descreve um relato de sala de aula sobre a construção de um biodigestor. A pesquisa-Ação foi o método utilizado. Para coleta e análise das concepções prévias foi utilizada a técnica de grupo focal. As subsequentes atividades desenvolvidas foram divididas em dez (10) momentos, nos quais se buscou discutir e contextualizar as relações Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS). Os resultados evidenciaram que o ensino de conteúdos químicos mostrou-se relevante na formação de sujeitos para a cidadania e contribuiu para a apropriação dos conceitos científicos necessários para entender seus aspectos sociais, ambientais e econômicos.

biodigestor, ensino de química, ciência, tecnologia, sociedadel

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

Atividade investigativa teórico-prática de Química para estimular práticas científificas

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160176

Matheus S. B. Silva
Daniel M. Silva
Ana Cláudia Kasseboehmer

Relatos de Sala de Aula

Neste artigo, relata-se uma experiência didática de aplicação de uma atividade investigativa teórico-prática com alunos do ensino médio regular em um Clube de Química oferecido em uma universidade pública. O ensino investigativo é uma abordagem didática cujo objetivo é fazer com que os alunos se engajem na resolução de um problema a respeito de um fenômeno natural e desenvolvam habilidades correspondentes ao trabalho científico. Essa atividade contou com dois momentos distintos. Inicialmente, os alunos participaram de uma etapa teórica e, após isso, desenvolveram uma parte experimental. Os estudantes tiveram dificuldades em elaborar hipóteses e procedimentos experimentais coerentes. Ainda assim, os resultados indicam que o erro não afetou a sua participação. A combinação entre uma abordagem teórica e prática foi bem sucedida, uma vez que a ênfase sobre a elaboração de hipóteses permitiu que os alunos pensassem sobre a importância dessa etapa na construção da Ciência.

abordagem investigativa, ensino de química, hipótese

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

O ambiente natural como recurso para promover um ensino interdisciplinar

logo XIX ENEQ

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160167

Sidnei de Lima Júnior
Diógenes Aparecido de Almeida
Luciana Cristina Candido de Menezes
Roberto Greco

Relatos de Sala de Aula

Este artigo configura-se como uma proposta de ensino interdisciplinar em que professores de química, geografia e biologia articulam intervenções didáticas junto a um grupo de alunos da 1ª série do ensino médio técnico em química de uma escola pública do Estado de São Paulo. As atividades que compõem esta articulação são baseadas em pesquisas elaboradas pelos estudantes, a partir de materiais, informações e dados obtidos em visitas de campo a três diferentes áreas do município e da região da escola. Os resultados desta proposta interdisciplinar foram analisados à luz da Análise Textual Discursiva (ATD), evidenciando a construção de importantes compreensões e interações entre conteúdos e conceitos pelos estudantes, demonstrados pelo desenvolvimento de pesquisas, seguido da apresentação dos materiais, dados e informações investigados junto aos docentes e à comunidade, culminando na produção de uma mostra científica permanente sobre aspectos químicos, geográficos e biológicos presentes no município da escola, para compor o acervo do museu histórico e pedagógico da própria cidade. 

ambiente natural como recurso didático, ensino interdisciplinar, aprendizagem ativa

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

Ser ou Não Ser Professor: Duas Faces de Uma Graduação em Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160178

Luiz Carlos G. dos Anjos
Amanda Menon
Marlize S. Bernardelli

Ensino de Química em Foco

O tema deste estudo é desvelar a representação social sobre ser professor de Química de estudantes de um curso de Licenciatura em Química. No grupo de 71 sujeitos investigados, 48% não desejavam atuar como docentes. Entre os sujeitos que não apresentam interesse em exercer a docência, observou-se que os termos relacionados ao imaginário social têm maior frequência (30%) do que o valor verificado para aqueles que têm interesse (6%). As ideias que ressaltam os aspectos negativos geralmente associados socialmente à atividade docente em nosso País são tão fortes no primeiro subgrupo que chegam a fazer parte do conjunto de termos constituintes do Núcleo Central da representação, uma possível explicação para seu afastamento dessa possibilidade de atuação profissional. 

química, professor, representação social

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

Tabela Periódica: concepções de estudantes ao longo do ensino médio

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160179

Nycollas S. Vianna
Camila A. T. Cicuto
Maurícius S. Pazinato

O Aluno em Foco

O objetivo desta pesquisa foi verificar a compreensão dos estudantes em relação ao conteúdo de Tabela Periódica (TP) nas três séries do ensino médio em uma Escola Pública do Rio Grande do Sul (n=135). Para isso, elaborou-se um questionário (27 afirmações) contendo três categorias julgadas por meio da escala Likert. Os dados foram avaliados por intermédio da Análise Hierárquica de Agrupamentos com o auxílio do software Pirouette. Essa análise permitiu agrupar os alunos em função da similaridade das respostas. Os resultados evidenciam as principais concepções e dificuldades dos alunos, tais como: necessidade de memorizar a TP; compreensão equivocada da construção da TP; dificuldade de consultá-la; pouco ou nenhum estabelecimento de relações entre os elementos químicos e sua aplicação no cotidiano. Apesar disso, observaram-se indícios de aprendizagem significativa quando estudantes da 2ª e 3ª séries conseguiram recuperar informações sobre o assunto após o terem estudado em anos anteriores.

Aprendizagem, concepções alternativas, Tabela Periódica

02-EQM-29-12.pdf PDF: O Aluno em Foco

 

Célula solar na escola: como construir uma célula solar sensibilizada por corantes naturais

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160180

Ivana de Souza Christ
Kauana Nunes de Almeida
Verônica Granvilla de Oliveira
Matheus Costa de Oliveira
Marcos José Leite Santos
Nara Regina Atz

Experimentação no Ensino de Química

A crescente consciência quanto ao impacto ambiental causado por uma matriz energética baseada em combustíveis fósseis tem impulsionado a pesquisa por novas fontes de energia que sejam limpas, renováveis e acessíveis. Embora no ensino básico e médio em aulas de biologia, física e química, o tema energia renovável seja abordado, a realização de experimentos simples pode contribuir para a compreensão de como a energia solar é convertida em energia elétrica. Dentro desse contexto, o objetivo do presente trabalho é apresentar um método simples de montagem de Células Solares Sensibilizadas por Corantes Naturais, que possa ser empregado como atividade experimental, utilizando materiais de baixo custo e facilmente encontrados. Este trabalho tem o propósito de despertar o interesse de professores e alunos sobre a produção de energia limpa e renovável. 

célula solar, educação, corantes naturais

02-EQM-29-12.pdf PDF: Experimentação no Ensino de Química

 

A Filosofia na Formação de Professores de Química em Minas Gerais: O que se Mostra nos Componentes Curriculares de Licenciaturas em Química?

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160181

Robson S. de Sousa
Alexandre R. dos Santos
Maria do Carmo Galiazzi

Cadernos de Pesquisa

Neste artigo, apresentamos percepções e elaboramos compreensões acerca da formação filosófica de professores de Química. Fundamentamos nossa investigação em uma proposição de uma Filosofia da Educação em Ciências – que articula a Filosofia, a Filosofia da Educação e a Filosofia da Ciência como eixos formadores dos estudos neste campo. Identificamos componentes curriculares nesses eixos nos cursos de Licenciatura em Química das Universidades Federais do Estado de Minas Gerais. As ementas desses componentes curriculares foram analisadas com a pergunta fenomenológica de pesquisa : O que é isto que se mostra: a Filosofia na formação de professores de Química em Minas Gerais?. Dos 23 cursos de Licenciatura em Química encontrados, 10 deles possuem vínculo com a Filosofia no nome do componente curricular. Nestes cursos, foram identificados 13 componentes curriculares com este vínculo, majoritariamente atribuídos à Filosofia da Educação. Na análise realizada, emerge a ideia de uma formação filosófica de professores de Química vinculada a aspectos epistemológicos, metodológicos e curriculares do conhecimento científico.

Filosofia da Educação em Ciências. Educação Química. Formação de Professores. Filosofia da Educação. Filosofia da Ciência.

02-EQM-29-12.pdf PDF: Cadernos de Pesquisa

 

Revista Completa 41-4

20-Normas.pdf PDF: Revista Completa 

Sociedade Brasileira de Qumica 2020

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on-line ISSN 2175-2699
impreso ISSN 0104-8899
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