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QNEsc Vol. 41 No3

Qumica Nova na Escola
Vol. 41 No3
Agosto de 2019

Editorial

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Os Editores

 

Expediente/Sumário

20-Normas.pdf PDF: Expediente/Sumário

 

A Química dos Alimentos Funcionais

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160168

Gustavo J. S. Cañas
Mara E. F. Braibante

Química e Sociedade

O hábito alimentar das pessoas tem mudado no decorrer dos tempos, procurando sempre obter uma alimentação saudável em benefício da saúde. Atualmente, as expectativas dos consumidores exigem a busca por novos produtos alimentícios que proporcionem, além da nutrição básica, aquisição de outros componentes que funcionem como um potencial fisiológico, permitindo melhoria no estado físico e mental na saúde das pessoas. Nesse contexto, surgem os denominados alimentos funcionais que proporcionam benefícios adicionais como a prevenção de risco de certas doenças. Assim, o presente trabalho apresenta de forma sucinta uma revisão bibliográfica sobre os alimentos funcionais, seus principais compostos bioativos, a história de seu surgimento, sua química e o potencial de seus benefícios. Trazemos também neste trabalho, uma proposta de como abordar esta temática por meio de algumas atividades para auxiliar o processo de ensino-aprendizagem de química na escola.

alimentos funcionais, alimentação e saúde, ensino de química

02-EQM-29-12.pdf PDF: Química e Sociedade

 

Do Ferreiro a Magnetita: o Vídeo Educativo como Alternativa para a Implementação da Lei 10.639/03

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160166

Marysson J. R. Camargo
Regina N. Vargas
Juvan P. da Silva
Claudio R. M. Benite
Anna M. C. Benite

Educação em Química e Multimídia

O uso de recursos fílmicos na sala de aula no ensino de ciências tem sido objeto de muitos estudos, isso se deve à popularização dessas tecnologias no cotidiano de alunos e professores. Logo, pensar em recursos didáticos que se utilizem destas no ensino de química tem se tornado cada vez mais uma preocupação entre nós professores e professoras de química. Apresentamos, aqui, o design, planejamento e desenvolvimento de um vídeo educativo que pode ser utilizado para a implementação da lei 10.639/03 no ensino de química. Ainda apresentamos uma proposta de utilização do vídeo em sala de aula de química. Utilizamos elementos da diáspora africana no Brasil de modo a valorizar a técnica e os saberes africanos da forja do ferro com o intuito de que a comunidade negra, maioria no Brasil, se veja representada no desenvolvimento da ciência. Os conceitos químicos abordados nesta iniciativa foram: propriedades metálicas, os óxidos e substâncias magnéticas.

vídeo educativo, lei 10.639/03, racismo

02-EQM-29-12.pdf PDF: Educação em Química e Multimídia

 

O Tema Alumínio nas Coleções do PNLD 2018: Uma Análise de Acordo com a Educação CTS

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160164

André R. Toquetto

Espaço Aberto

Este artigo tem por objetivo analisar como o tema Alumínio é abordado nas coleções didáticas de química aprovadas pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) de 2018, considerando conhecimentos da tríade Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS). Esta pesquisa apresenta cunho qualitativo, pois investiga nos LD de química os aspectos históricos, sociais, ambientais, econômicos e científico-tecnológicos relacionados à obtenção e reciclagem do alumínio. Na análise, detecta-se que apenas um LD aborda os dois processos utilizados para a obtenção do alumínio metálico, a partir da bauxita: processos Bayer e Hall-Héroult. Além disso, revela as regiões brasileiras ricas em bauxita e, também, traz informações sobre o processo de obtenção do alumínio reciclado. Outro LD menciona os impactos sociais, econômicos e ambientais causados pelo efluente líquido denominado lama vermelha e, também, inova ao informar sobre a reação da alumina com a criolita, no processo Hall-Héroult. Sobre a história da ciência e da tecnologia química, outro LD cita as atividades experimentais realizadas por Charles Martin Hall que o levaram a obtenção do alumínio metálico. Por sua vez, constata-se a necessidade de questionamentos sobre os fatores sociais, ambientais e econômicos relacionados à reciclagem do alumínio.

alumínio, educação CTS, livros didáticos de química

02-EQM-29-12.pdf PDF: Espaço Aberto

 

Ácidos e Bases nos Livros Didáticos: Ainda Duas das Quatro Funções da Química Inorgânica?

logo XIX ENEQ

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160167

Claudiane Lima
Edilson F. de Moradillo

Conceitos Científicos em Destaque

Classificar as substâncias em relação à função na Química Inorgânica é algo que há um tempo vem causando confusão. Isso é devido à mistura de critérios de classificação, que para alguns grupos de substâncias é comportamental e para outros é constitucional. Não ter clareza sobre isso tem gerado uma confusão no processo de ensino e aprendizagem. Esse fato foi identificado por autores como Campos e Silva, em artigo científico, há vinte anos. Esta é uma pesquisa exploratória e qualitativa que se dedica à análise de livros didáticos de Química aprovados no Programa Nacional de Livros Didáticos 2018. Este trabalho tem por objetivo identificar se nesses livros ainda ocorre a classificação de ácidos e bases como funções da Química Inorgânica, juntamente com óxidos e sais e se deixam explícitos os critérios de classificação.

livros didáticos, ácidos, bases

02-EQM-29-12.pdf PDF: Conceitos Científicos em Destaque

 

RAIOQUIZ: Discussão de Um Conceito de Propriedade Periódica por Meio de Um Jogo Educativo

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160149

Felipe A. M. Rezende
Christina V. M. Carvalho
Lucas C. Gontijo
Márlon H. F. B. Soares

Relatos de Sala de Aula

A presente pesquisa tem como objetivo propor e aplicar uma atividade lúdica e um jogo educativo, pensados para ensinar conceitos químicos a alunos do Ensino Médio, de forma a torná-los protagonistas dos processos de ensino e aprendizagem. Após a identificação da problemática e delimitação do conteúdo relacionado a Raio Atômico, confeccionou-se e aplicou-se uma atividade lúdica e um jogo educativo sobre o respectivo assunto, aos alunos da 1ª série do Ensino Médio de uma escola pública. Os dados foram coletados com auxílio de métodos qualitativos, tais como: questionários, observação participante e mapas de humor, que auxiliaram na análise dos resultados. Por meio das atividades desenvolvidas, pode-se perceber o quanto os jogos educativos são importantes para os processos de ensino e aprendizagem, pelo fato de colocarem os alunos em posição de protagonistas da construção de seu próprio conhecimento, o que normalmente não ocorre em jogos didáticos ou aulas expositivas, marcados pela passividade dos alunos.

jogo educativo, atividade lúdica, pesquisa-ação, ensino e aprendizagem

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

Tabela de Tempo de Decomposição de Materiais: Contexto para a Abordagem de Química Ambiental no Ensino Profissional de Nível Médio

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160165

Alfredo L. M. L. Mateus
Andréa H. Machado
Patrícia A. Aguiar

Relatos de Sala de Aula

Este trabalho apresenta o relato da utilização de atividades em aulas de Química Ambiental de um curso técnico em Química de nível médio, elaboradas tendo como referenciais a abordagem Ciência Tecnologia e Sociedade (CTS), os princípios da Química Verde, da Análise de Ciclo de Vida de Produtos e ideias relacionadas à sustentabilidade. As atividades propostas têm como contexto principal as incoerências e imprecisões apresentadas em tabelas de tempo de decomposição de materiais. O objetivo das atividades é explicitar a complexidade de fatores envolvidos na escolha de materiais. A utilização dessas atividades evidenciou que a problematização de dados não é algo sempre presente nas interações dos alunos com as informações.

abordagem CTS, química ambiental, educação profissional

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

Proposta Pedagógica para o Ensino Explícito de Argumentação: O Caso da Controvérsia Histórica do Gás Oxigênio

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160150

Jordana A. de Oliveira
Paula C. C. Mendonça

Ensino de Química em Foco

Destacamos o potencial de uma proposta pedagógica para o ensino explícito de argumentação fundamentada no uso da controvérsia histórica do gás oxigênio, tomando por base a análise da qualidade dos argumentos de professores de química em formação inicial. Foi elaborada uma sequência de ensino no qual os licenciandos tiveram que ler textos históricos para subsidiar argumentos para o debate que girava em torno do questionamento: Se pudesse atribuir um prêmio Nobel de Química retrospectivo a um cientista do século XVIII, envolvido na descoberta do gás oxigênio, qual(is) cientista(s) seria(m) contemplado(s)? Foram analisados os argumentos individuais e os textos argumentativos dos grupos com base nos critérios: afirmativa, evidência e justificativa e a relação do argumento com a visão de descoberta na ciência. Pela análise percebemos que os licenciandos se preocuparam não apenas em apresentar evidências para os cientistas que defendiam, como também para aqueles que eram contrários. Eles buscaram persuadir ao propor uma linha de raciocínio que demonstrava os fundamentos que guiaram as escolhas. Constatamos que a visão de descoberta na ciência influenciou a tomada de decisão, evidenciando a relação entre os critérios epistêmicos e a argumentação.

argumentação, controvérsia, história da ciência

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

O Sabor da Tabela Periódica: Integrando Conceitos de Nutrição Com o Ensino de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160161

Luiz Carlos G. dos Anjos
Amanda Menon
Marlize S. Bernardelli

Ensino de Química em Foco

Integrar conceitos de nutrição no contexto escolar pode ser uma estratégia adequada, visto que a alimentação é um assunto do cotidiano dos alunos e de fácil abordagem em qualquer disciplina, como por exemplo, na Química. Este estudo teve como objetivo relacionar a tabela periódica com os alimentos consumidos, a fim de constatar a conexão entre os elementos químicos e a nutrição no dia a dia dos alunos, delineando algumas considerações acerca da relação da Química com o corpo humano. A pesquisa, de caráter qualitativo, envolveu uma turma do 1o Ano do Ensino Médio de um colégio estadual do norte do Paraná. O instrumento de coleta de dados foi um questionário, o qual teve suas respostas transcritas para análise e categorização. Constatou-se que estudar química utilizando o tema alimentos pode colaborar para a compreensão de um conteúdo até então abstrato para os adolescentes, uma vez que permite a percepção da relevância destes conhecimentos e sua influência no cotidiano dos indivíduos.

nutrientes, química, tabela periódica

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

A Vivência Formativa de uma Estudante do Ensino Médio no Ambiente Universitário: Olhares para a Química e a Pesquisa Científica

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160163

Rosália Andrighetto
Caroline R. Cardoso
Thiago de C. Luchese

O Aluno em Foco

Este artigo resulta da execução de um projeto científico-pedagógico universitário que viabilizou uma educação científica diferenciada a uma estudante de nível médio. Tendo-se constatado, entre os ingressantes universitários, a presença de uma lacuna de formação científica, a realização da ação dinâmica aqui relatada teve como foco o estímulo e o fortalecimento desta educação científica já no nível médio. A reserva de espaço e tempo para leitura crítico‑reflexiva de artigos de divulgação científica bem como para realização de experiências em laboratórios de Física e Química alavancaram de forma surpreendente a autonomia e o gosto pelo saber e fazer científicos da estudante. Os profundos efeitos formativos desta vivência, seja sobre a estudante de nível médio, seja sobre os professores de nível universitário, servem de aporte e incentivo à realização de práticas semelhantes viabilizando a aprendizagem significativa e o gosto pela ciência ao longo do percurso educacional médio.

educação científica, físico-química, teoria-prática, termodinâmica

02-EQM-29-12.pdf PDF: O Aluno em Foco

 

Letramento Gráfico: Perspectivas Presentes nos PCNEM e Ações no Ensino de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160160

Mikeas S. de Lima
Salete L. Queiroz

Cadernos de Pesquisa

O conceito de letramento gráfico (LG) se constitui como o conhecimento para lidar com os modos de comunicação visual. No contexto do ensino de ciências o LG está fortemente associado ao trabalho com as inscrições, que são representações materiais, tais como gráficos, fotografias, mapas e tabelas, elaborados para retratar os objetos e fenômenos de estudo da ciência. Dada a importância das inscrições para o ensino de ciências, o fato de estudantes apresentarem dificuldades no seu uso e interpretação é preocupante. O presente trabalho investigou, a partir da análise de conteúdo, o teor de menções ao LG nos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM) e como as recomendações neles expostas vêm sendo atendidas em ambientes de ensino de química. O segundo propósito foi alcançado tomando como objeto de estudo os artigos publicados na seção Relatos de Sala de Aula desta revista, desde o seu início até 2017, a partir da identificação de solicitações aos alunos de ações que remetem ao LG. Em relação aos PCNEM, foram encontradas menções que exemplificam o uso de inscrições em sala de aula e que apontam habilidades que os alunos devem desenvolver, possibilitando o LG. Na referida seção foram localizados apenas 33 artigos contendo o tipo de solicitação mencionada, de um total de 129, sugerindo que práticas que fomentam o LG em aulas de química ainda são escassas no contexto nacional. Estas estão associadas principalmente à produção de desenhos e uso de fotografias e tabelas, com poucos pedidos de uso ou produção de gráficos.

Letramento Gráfico. PCNEM. QNEsc.

02-EQM-29-12.pdf PDF: Cadernos de Pesquisa

 

Revista Completa 41-3

20-Normas.pdf PDF: Revista Completa

 

Normas

20-Normas.pdf PDF: Normas para Submissão

Sociedade Brasileira de Qumica 2019

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on-line ISSN 2175-2699
impreso ISSN 0104-8899
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