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QNEsc Vol. 34 No 2

QNEsc - Vol. 34 No 2 - Maio - 2012

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Editorial

01-Editorial.pdf Editorial PDF  HTML

Os Editores


Educação Alimentar: Uma Proposta de Redução do Consumo de Aditivos Alimentares

Miriane Vieira Albuquerque
Silvânio Araújo dos Santos
Nely Targino do Valle Cerqueira
José Atalvânio da Silva

Química e Sociedade

Este trabalho objetivou a reeducação alimentar por meio da redução do consumo de alimentos aditivados. A metodologia foi desenvolvida em cinco etapas: a) aplicação de dois questionários; b) discussão do tema em sala; c) análise dos rótulos; d) lanches coletivos; e e) mostra de conhecimentos. Os alimentos mais consumidos: frituras, massas, refrigerantes e biscoitos. Os aditivos identificados pertencem às classes dos aromatizantes, conservantes, acidulantes e edulcorantes. Os alunos tentaram mudar os seus hábitos alimentares por intermédio da inclusão de alimentos saudáveis e essa iniciativa foi transmitida à comunidade na Mostra de Conhecimentos. As atividades neste trabalho permitiram observar que os aditivos mais prejudiciais à saúde são os conservantes nitritos presentes nos defumados e nas carnes enlatadas que, consumidos em demasia, causam câncer. Tal conhecimento possibilitou a tentativa de mudança dos estudantes de hábitos alimentares adquiridos em família, escola, mídia e pelo ritmo de vida.

Aditivos alimentares, reeducação alimentar, saúde

02-QS-33-11.pdf PDF: Química e Sociedade


Alcoolismo e Educação Química

Murilo Cruz Leal
Denilson Alves de Araújo
Paulo César Pinheiro

Química e Sociedade

O tema alcoolismo é abordado considerando aspectos históricos, socioculturais, científicos e filosóficos associados a consumo de bebidas alcoólicas e seus efeitos no organismo humano, perigos e benefícios do consumo de álcool, legislação, tratamento e sugestões de atividades para desenvolver o tema em sala de aula.

etanol, alcoolismo, ensino de química

03-QS-42-11.pdf PDF: Química e Sociedade


O Contexto Amazônico na Produção Acadêmica de Licenciandos em Química da Universidade Federal do Acre: Revelações de um Percurso Formativo

Anelise Maria Regiani
Carlos Alberto Marques

Espaço Aberto

Relatam-se os resultados de uma pesquisa de tipo etnográfica na qual, por meio da análise de monografias, buscou-se discutir o percurso formativo da primeira turma de licenciados em química da Universidade Federal do Acre, levantando evidências sobre a valorização dada ao contexto regional amazônico. Nas monografias analisadas, foram encontradas poucas menções a esse contexto; houve pouca reflexão sobre o tipo de ensino de química que se estava propondo; e alguns trabalhos descreveram propósitos pedagógicos muito distintos do que foi executado em sala de aula. Tais aspectos podem ser um indicativo do tipo de processo formativo que ocorreu durante a licenciatura: ausência de abordagens temáticas, formação descontextualizada, falta de referencialidade nas produções da área de ensino de química e de ciências e ausência de um educador químico no quadro docente do curso.

monografia de conclusão de curso, licenciatura em química, contextos regionais

04-EA-65-11.pdf PDF: Espaço Aberto


Abordagem dos Conceitos Mistura, Substância Simples, Substância Composta e Elemento Químico numa Perspectiva de Ensino por Situação-Problema

Cristiana de Castro Lacerda
Angela Fernandes Campos
Cristiano de Almeida Cardoso Marcelino-Jr

Relatos de Sala de Aula

Pesquisas em Educação Química retratam alguns problemas no que se refere aos conceitos mistura, substância simples, composta e elemento químico. Por exemplo, substância simples como sendo sinônimo de elemento químico; ausência de um contexto histórico que justifique a ideia atual de substância simples, composta e elemento químico dentro de uma visão microscópica da matéria, entre outros. Essa realidade sugere a inserção de estratégias didáticas diferenciadas em sala de aula. Nesse sentido, foi elaborada e aplicada uma situação-problema (SP), relacionada com a temática agricultura e os conceitos aqui mencionados, aos alunos do 1º ano do ensino médio de uma escola pública de Recife (PE). Para responder à SP, os alunos discutiram um texto e manipularam estruturas químicas com miçangas e um jogo de palavras cruzadas. Eles demonstraram familiaridade com a temática, perceberam a relação dos conteúdos químicos com esta e participaram de forma satisfatória no processo de resolução da SP.

conceitos químicos, agricultura, situação-problema

05-RSA-73-10.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula


Uso Combinado de Mapas Conceituais e Estratégias Diversificadas de Ensino: Uma Análise Inicial das Ligações Químicas

José Odair da Trindade
Dácio Rodney Hartwig

Pesquisa em Ensino

Como consequência das dificuldades dos alunos relacionadas aos conceitos de maior abstração de química, utilizou-se, no presente trabalho, a concepção de aprendizagem significativa conforme a teoria de Ausubel. Daí, derivam-se os mapas conceituais que são diagramas bidimensionais, cujo objetivo é representar as relações entre os conceitos, por meio de proposições, em um determinado tópico. Podem ser utilizados como estratégias de ensino, avaliação, estudo, entre outros. Com a finalidade de minimizar as mencionadas dificuldades, organizou-se um minicurso referente a ligações químicas, que foi aplicado em uma turma de 1ª série do ensino médio no interior do estado de Minas Gerais. Nas aulas, os estudantes entraram em contato com estratégias diversificadas de ensino: atividades de informática (realidade virtual-3D, animações, vídeos), modelagem (modelos plásticos, bexigas) e material instrucional (apostila), organizado a partir da Teoria de Ausubel. Como forma de avaliação da aprendizagem, recorreu-se à elaboração de mapas conceituais. Ao término, os alunos responderam a um questionário de avaliação da metodologia de ensino. As maiores dificuldades estiveram relacionadas à ausência de exemplos nos mapas e à correta construção de proposições, apoiadas em palavras de ligação apropriadas. Com este trabalho, foi possível constatar que a estratégia dos mapas conceituais é um recurso válido para sondar em profundidade as limitações e potencialidades de aprendizagem dos alunos, mesmo em terrenos muito áridos, onde predomina a falta de motivação para a aprendizagem significativa e a ausência de recursos materiais. Por outro lado, houve uma grande aceitação dos alunos por atividades de informática e modelos, mas menor pela elaboração dos mapas. É possível que essa resistência seja uma consequência dos bons resultados anteriores em abordagens de aprendizagem mecânica, porque tornam os estudantes inseguros na mudança para estratégias de aprendizagem significativa, visto que consideram um desafio tomarem a responsabilidade pela construção dos seus próprios significados, embora compensadora para alguns aprendizes.

aprendizagem significativa, mapas conceituais, realidade virtual no ensino de química

06-PE-70-11.pdf PDF: Pesquisa em Ensino


Jogos no Ensino de Química: Considerações Teóricas para sua Utilização em Sala de Aula

Marcia Borin da Cunha

Pesquisa em Ensino

No ensino de química, os jogos têm ganhado espaço nos últimos anos, mas é necessário que a utilização desse recurso seja pensada e planejada dentro de uma proposta pedagógica mais consistente. É indispensável que professores e pesquisadores em Educação Química reconheçam o real significado da educação lúdica para que possam aplicar os jogos adequadamente em suas pesquisas e nas aulas de química. É nesse contexto que este artigo pretende contribuir, trazendo alguns referenciais teóricos e aspectos pedagógicos que devem ser levados em consideração quando se pretendem desenvolver atividades com jogos didáticos nas aulas de química.

recurso, jogos, educação lúdica

07-PE-53-11.pdf PDF: Pesquisa em Ensino


Rutênio

Priscila Pereira Silva
Wendell Guerra

Elemento Químico

08-EQ-07-11.pdf PDF: Elemento Químico


Protactínio

Júlio Carlos Afonso

Elemento Químico

09-EQ-20-11.pdf PDF: Elemento Químico


Manganês

Renan Azevedo da Rocha
Júlio Carlos Afonso

Elemento Químico

11-EQ-23-11.pdf PDF:Elemento Químico


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on-line ISSN 2175-2699
impreso ISSN 0104-8899
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