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QNEsc Vol. 38 No4

Química Nova na Escola
Vol. 38 No4
Novembro de 2016

Editorial

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Os Editores

 

Expediente/Sumário

20-Normas.pdf PDF: Expediente/Sumário

Os Tecidos e a Nanotecnologia

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160040

Anne Velloso Sarmento Gomes
Ney Róblis Versiani Costa
Nelcy Della Santina Mohallem

Química e Sociedade

O desenvolvimento na área de materiais é algo crescente, pois cada vez mais se tem procurado produzir novos materiais que aliem praticidade, segurança e proteção no nosso dia-a-dia. Nesse contexto, um setor de destaque é a produção de tecidos, já que eles são empregados em diversas áreas abrangentes que vão desde a produção de roupas até ao setor aeroespacial. Apresentamos uma visão geral dos processos químicos envolvidos na fabricação de um tecido e o quanto a nanotecnologia vem contribuindo para a produção dos chamados tecidos inteligentes. Dessa forma, o emprego de nanopartículas pode agregar valor aos materiais têxteis de forma mais ecologicamente correta. Ao longo do texto foram apresentadas explicações simplificadas sobre a atuação de algumas nanopartículas agregadas às fibras.

têxteis, tecidos inteligentes, nanotecnologia

02-EQM-29-12.pdf PDF: Química e Sociedade

 

Tecnologia assistiva e ensino de química: reflexões sobre o processo educativo de cegos e a formação docente

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160041

Ivani Cristina Voos
Fábio Peres Gonçalves

Espaço Aberto

Este trabalho tem como objetivo apresentar reflexões sobre a tecnologia assistiva e o ensino de química para estudantes cegos por meio da análise de compreensões atribuídas a ela na literatura. Para tanto, fundamenta-se em ideias de estudiosos acerca da tecnologia. À luz do que é apresentado, discutem-se acepções e se revisam trabalhos relacionados à tecnologia assistiva na educação, de modo geral, e no ensino de química, em particular. Argumenta-se a necessidade de enfrentar compreensões de tecnologia assistiva que a reduzem a artefatos e equipamentos, assim como a visão do instrumentalismo em relação à tecnologia, cuja consequência pode ser o entendimento de que a tecnologia assistiva supre sozinha a necessidade do aluno cego nas aulas de química. Apontam-se ainda implicações ao processo de ensino e aprendizagem de química e à formação de docentes nessa área.

tecnologia assistiva, cegos, ensino de química

02-EQM-29-12.pdf PDF: Espaço Aberto

 

Os estágios e a formação inicial de professores: experiências e reflexões no curso de Licenciatura em Química da UEL

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160042

Fabiele Cristiane Dias Broietti
Enio de Lorena Stanzani

Espaço Aberto

Este artigo tem como objetivo apresentar e discutir os Estágios desenvolvidos no curso de Licenciatura em Química da UEL. São apresentados recortes textuais das atividades produzidas nos Estágios, a fim de discutir as reformulações implementadas e suas implicações na formação dos licenciandos. As atividades propostas no Estágio de Observação possibilitaram que os estudantes focassem aspectos relevantes das interações que se estabelecem no ambiente escolar, articulando teorias explicativas que embasam os acontecimentos vivenciados. Na organização proposta no Estágio de Regência, os estudantes, ao assumirem a função de professores, buscaram fundamentar a prática na pesquisa, discutindo e modificando sua atuação docente. Nesse sentido, os estágios do curso de Licenciatura em Química da UEL têm procurado atender as necessidades formativas mediante as modificações já realizadas, ressaltando a relevância de constantes reflexões e mudanças que busquem impactar a formação dos futuros professores.

formação inicial, química, estágios

02-EQM-29-12.pdf PDF: Espaço Aberto

 

A evolução da composição da atmosfera terrestre e das formas de vida que habitam a Terra

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160043

Eduardo Galembeck
Caetano Costa

Espaço Aberto

A composição da atmosfera terrestre, assim como a vida, evoluíram de forma paralela nestes últimos 3,5 bilhões de anos de história do nosso planeta. A composição química da Terra primitiva foi fundamental para o surgimento da vida. Organismos rudimentares, unicelulares, foram capazes de alterar o ambiente, transformando substâncias abundantes em outras, aproveitadas por novas formas vivas. Tais modificações permitiram que a seleção natural operasse e contribuísse para a diversificação da vida. Assim, de forma sucessiva, diversos microrganismos evoluíram e alteraram a composição da atmosfera terrestre. Este texto tem como objetivo fornecer a professores de química e de biologia subsídios para um diálogo entre estas disciplinas que transite pela história do planeta Terra permeando temas como a química pré-biótica, as fontes de energia para a atividade biológica, reações de oxidação e redução, organização e metabolismo celular, diversidade e evolução dos seres vivos.

atmosfera primitiva; diversidade metabólica; evolução

02-EQM-29-12.pdf PDF: Espaço Aberto

 

Abordagem histórica da lei periódica nas coleções do PNLD 2012

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160044

Arcenira R. L. Targino
José O. Baldinato

Conceitos Científicos em Destaque

A lei periódica é uma ideia central na química porque permite explicar e prever diversas propriedades da matéria. A história da ciência pode ser uma boa ferramenta no ensino desse tema, pois além de auxiliar na construção de conceitos, possibilita discutir questões referentes à natureza da ciência. Reconhecendo os livros didáticos (LD) como um recurso que norteia a prática de muitos professores, o objetivo deste trabalho é verificar como a história da lei periódica é abordada nesses materiais. Para isso, adotamos as categorias propostas por Leite (2002) e Vidal (2009) na análise das coleções de química aprovadas pelo Programa Nacional do Livro Didático – PNLD/2012. Nossos resultados destacam que a abordagem dos LD não favorece a percepção da química como um empreendimento humano de caráter coletivo, histórico e contextual. Deste modo, sugerimos que o professor interessado nessa questão se aproxime da produção de historiadores modernos.

ensino de química, lei periódica, livros didáticos

02-EQM-29-12.pdf PDF: Conceitos Científicos em Destaque

 

Equívocos no Desenvolvimento e/ou aplicação de Objetos de Aprendizagem no ensino de química: um relato de experiência

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160045

Hawbertt R. Costa
Adilson L.P. Silva
Joacy B. de Lima
Aguinaldo R. de Souza

Relatos de Sala de Aula

Este trabalho trata sobre a importância dos Objetos de Aprendizagem (OA) no ensino de Química, frente à sociedade digital do conhecimento, buscando-se analisar alguns elementos essenciais no desenvolvimento e na validação pedagógica destes. Para tanto, a experiência de um dos autores na construção de um OA e na aplicação deste em uma escola pública de São Luís (MA) permite analisar a ocorrência de alguns equívocos que alertem licenciandos e professores de Química da acuidade na elaboração e/ou utilização dos OA como ferramenta de ensino. Entre os equívocos destacam-se a falta de: planejamento elaborado; conteúdos contextualizados que auxiliem o aluno na tomada de decisões; teoria de aprendizagem que oriente a um ensino com abordagens socioculturais; e adaptabilidade entre plataformas. Alguns desses erros foram cometidos pela falta de conhecimento no desenvolvimento e aplicação do OA, na época do trabalho (2009), e de orientação pedagógica no ensino de Ciências na região.

objetos de aprendizagem; ensino de química; ferramentas socioculturais

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

Contextualizando a química com a educação sexual aplicada de forma transdisciplinar nas aulas de biologia

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160046

Rachel M. Ferreira
Emiliana G. O. Z. Silva
Danielle A. M. Stapelfeldt

Relatos de Sala de Aula

Este trabalho abordou o tema Educação Sexual nas aulas de Química e Biologia com o objetivo de promover um ensino contextualizado e interdisciplinar. As aulas foram desenvolvidas com alunos do 2º ano do Ensino Médio. Foi preparado um conjunto de quatro aulas de química e biologia sobre sistema nervoso e equilíbrio químico; juntamente com esses conteúdos abordou-se ciclo menstrual e métodos contraceptivos. A fim de avaliar a mudança de perspectiva dos alunos a respeito da química e o resultado das aulas propostas, foram aplicados dois questionários: um antes das aulas e o outro ao final. Através dos resultados obtidos foi possível dimensionar o quanto é possível aproximar os conteúdos de Química aqui trabalhados da realidade dos alunos.

educação sexual, contextualização e transdisciplinaridade

02-EQM-29-12.pdf PDF: Relatos de Sala de Aula

 

Análise das estratégias de ensino utilizadas para o ensino da Tabela Periódica

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160047

Luiz Henrique Ferreira
Katia Celina Santos Correa
Jocely de Lucena Dutra

Ensino de Química em Foco

A Tabela Periódica é um importante instrumento de trabalho para os químicos e sua construção representa um marco na história da ciência. A compreensão da Tabela Periódica torna-se necessária para aprendizes da ciência Química, já que a aprendizagem de diversos outros conceitos depende do conhecimento das propriedades periódicas. Tem-se relatado em pesquisas as dificuldades enfrentadas no ensino dos temas Tabela Periódica e periodicidade. O presente artigo exibe uma análise das diversas estratégias relatadas em trabalhos de âmbito nacional que tinham por objetivo o ensino da Tabela Periódica de forma diferenciada da habitualmente realizada em sala de aula. Os resultados apontam que a utilização de atividades lúdicas, utilização de computador e da História da Química são as estratégias mais utilizadas, apesar das dificuldades de implementá-las em ambiente escolar.

Tabela Periódica; estratégias de ensino; ensino/aprendizagem

02-EQM-29-12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

O Lúdico no Ensino de Química: Considerações a partir da Psicologia Histórico-Cultural

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160048

Hélio da Silva Messeder Neto
Edilson Fortuna de Moradillo

Ensino de Química em Foco

Os jogos e atividades lúdicas estão cada vez mais presentes na sala de aula de química e nas pesquisas acadêmicas. No entanto, muitos destas práticas e trabalhos apresentados carecem de um referencial teórico consistente que sustente a prática lúdica na sala de aula ou essas pesquisas. No sentido de colaborar para o desenvolvimento do lúdico no ensino de química, este artigo tem como objetivo apresentar algumas contribuições teóricas a partir da psicologia histórico-cultural para este campo de estudo. Partindo dessa perspectiva teórica, temos defendido, como resultado desta pesquisa, que as atividades lúdicas na aula de química precisam destacar os conhecimentos científicos de modo que estes ocupem um lugar central em aulas que tenham elementos lúdicos. Defendemos, também, que a prática lúdica deve ser pensada sempre como linha auxiliar no processo de aquisição dos conceitos científicos na sala de aula de química, e nunca como atividade principal.

lúdico, psicologia histórico-cultural, ensino de química

02-EQM-29-

12.pdf PDF: Ensino de Química em Foco

 

Representações Sociais da Química: como um grupo de estudantes da educação de jovens e adultos significa o termo “química”?

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160049

Camila S. Pereira
Daisy B. Rezende

O Aluno em Foco

O termo “química” apresenta significação ampla e polissêmica, abrangendo a vida cotidiana dos estudantes, ambiente escolar e conhecimentos científicos. Nesse sentido, objetiva-se identificar como esse termo se apresenta nas representações sociais de um grupo de estudantes da Educação de Jovens e Adultos do município de São Paulo. Para isso, utilizou-se como suporte teórico-metodológico a Teoria das Representações Sociais. Os dados foram obtidos a partir de questionário utilizando-se da técnica de livre associação de palavras, seguida de sua hierarquização. A técnica de Análise de Conteúdo permitiu identificar e compreender as relações estabelecidas para o termo pesquisado. Identificou-se uma representação social organizada na vivência escolar formal com restritas relações ao conhecimento de senso comum. Isso devido, possivelmente, aos métodos de ensino, currículo e materiais didáticos utilizados durante as aulas, muitas vezes inadequados aos objetivos e público.

representação social, química, Educação de Jovens e Adultos

02-EQM-29-12.pdf PDF: O Aluno em Foco

 

Tratamento de água com coagulante biodegradável: uma proposta de atividade experimental

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160050

Danilo Oliveira do Nascimento de Andrade
Natália Bruzamarello Caon Branco
Fábio Peres Gonçalves

Experimentação no Ensino de Química

Ao longo dos anos, várias pesquisas têm apontado a possibilidade de se utilizar coagulantes biodegradáveis nos processos de tratamento de água. Nessa perspectiva, este trabalho apresenta uma proposta de atividade experimental que simula parte do processo de tratamento de água, substituindo coagulantes com alumínio por ácido tânico, que é biodegradável. A proposta foi avaliada por licenciandos em Química que apontaram sua potencialidade para favorecer discussões acerca das interações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) e também o ensino explicitamente articulado de conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais.

experimentação, tratamento de água, CTS

02-EQM-29-12.pdf PDF: Experimentação no Ensino de Química

 

Pinhão, Quirera e Tapioca: das prateleiras para as bancadas dos laboratórios de Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160051

Elisa A. da Rosa
Michelle Z. Scheleder

Experimentação no Ensino de Química

Materiais alternativos para ensaios cromatográficos vêm sendo estudados a fim de possibilitar o desenvolvimento do método em aulas experimentais de Química Orgânica. A cromatografia é uma técnica que permite a separação dos componentes de uma mistura e, assim sendo, é comumente empregada para a purificação de compostos e discussão de conceitos como polaridade e interações moleculares. O objetivo deste trabalho é ampliar os estudos nessa área e adaptar materiais de baixo custo para desenvolvimento de cromatografia líquida em coluna. Neste trabalho, uma mistura de corantes alimentícios foi utilizada como amostra; e o pinhão, a quirera branca e a tapioca granulada como fases estacionárias. A separação de diferentes pigmentos constituintes da amostra foi observada, evidenciando a eficiência dos materiais selecionados para aplicação no ensino da cromatografia.

experimento; cromatografia; química orgânica

02-EQM-29-12.pdf PDF: Experimentação no Ensino de Química

 

Elaboração de textos de divulgação científica e sua avaliação por alunos de Licenciatura em Química

DOI: http://dx.doi.org/10.21577/0104-8899.20160052

Verenna Barbosa Gomes
Roberto Ribeiro da Silva
Patrícia Fernandes Lootens Machado

Cadernos de Pesquisa

Os textos de divulgação científica têm sido discutidos na literatura como recurso didático complementar ao ensino formal. Pesquisas realizadas relativas a essa temática mencionam que são poucos os trabalhos que relacionam a elaboração desses textos e seu uso em cursos superiores e de licenciatura. Considerando essa questão, o objetivo da presente pesquisa foi elaborar textos de divulgação científica, tendo como eixos norteadores a experimentação, a história e a natureza da ciência e aspectos da interface CTSA. Os textos buscaram atender a três categorias essenciais: o tema, o estilo e a composição. Um segundo objetivo foi investigar a aplicação desses textos junto aos alunos de licenciatura em Química. Os dados foram analisados segundo três vertentes: a primeira refere-se à avaliação na categoria forma; a segunda, à avaliação na categoria conteúdo; e a terceira, à avaliação quanto à utilização de textos de divulgação científica no ensino. Os resultados mostraram que os eixos norteadores estabelecidos deram características específicas aos textos, possibilitando estratégias de sua utilização em cursos de licenciatura. Os dados também confirmam outras pesquisas apresentadas na literatura quanto às lacunas na formação inicial de professores referentes à natureza da Ciência e ao papel da experimentação no ensino.

censino de Química, divulgação científica, abordagem CTSA, dialogicidade, interdisciplinaridade

02-EQM-29-12.pdf PDF: Cadernos de Pesquisa

 

Revista Completa 38-4

20-Normas.pdf PDF: Revista Completa

 

Normas

20-Normas.pdf PDF: Normas para Submisão

Sociedade Brasileira de Química © 2017

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on-line ISSN 2175-2699
impreso ISSN 0104-8899
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